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Kika Gama Lobo Colunista
Para os próximos 59 anos, quero mais ousadia, mais liberdade, mais representatividade. Menos muros e mais abraços!
O autoconhecimento não é viver num mundo cor de rosa, mas sim ter resiliência para passar pelos trancos da vida
Passaram-se mais de 40 anos do assassinato de Ângela Diniz, mas a realidade do feminicídio e da rivalidade feminina continua a mesma
Tem muita coisa que acontece na menopausa, mas essa em específico não me caiu bem
Nós, mulheres, nos acostumamos a julgar e sermos más umas com as outras. Está na hora de mudar
É difícil superar, mas nessa pandemia de óbitos, aprendi que precisamos celebrar os vivos
Quando me perguntam por que resolvi deixar de pintar o cabelo, respondo: porque eu quis. Não é suficiente?
O movimento de se perceber frágil não é para principiantes
A melhor vacina que temos atualmente é a solidariedade, então, te convido a ligar para uma amiga e ouvir como ela está. Só isso
Aos 56 anos, sigo ouvindo histórias de meninas que passaram por situações de assédio e abuso que eu também passei quando pequena. Por quê?
Depois de tantos meses em casa, quero olhar pra mim, quero rezar por mim, quero investir em mim
Reproduzo aqui uma lista de predicados sobre o Líbano na tentativa de minimizar a dor dos parentes dos atingidos pela explosão
Não ando bem, incendeio dentro de casa, mas, a cada labareda, finjo que renasço das cinzas
Quem é jovem, mesmo diante dessa crise, tem um horizonte pela frente. Já os mais velhos, murcham
Precisamos deixar de uma vez por todas a ideia de que as pessoas 50+ não transam
O que eu imaginava que eram apenas lembranças de um tempo odioso, continuam sendo a realidade de muitos
A colunista Kika Gama Lobo reflete sobre o momento em que vivemos, com funerais sem abraços e missas assistidas pela tela do celular.
Depois reclamam que estamos ansiosos. Claro, afinal, como seguir tantos canais?
Estamos em um país sem noção, o que piora o peso do isolamento
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