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Como recuperar o tesão da relação

Turbine seu relacionamento com nossas dicas de sexo. Elas vão mandar as brigas e a rotina para longe!

Por Redação M de Mulher 19 ago 2010, 21h00 | Atualizado em 20 jan 2020, 19h11
Regina Terraz
Regina Terraz  (/)
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  • A falta de desejo é a queixa número um de quem vive relações longas e estáveis
    Foto: Getty Images

     

    6 vilões que derrubam a vontade de fazer sexo

    1. Estresse, falta de tempo
    Na década de 70, amor e sexo eram bandeiras de uma geração. Hoje, a história é outra: investir na carreira é, no geral, prioridade absoluta. E quem corre o dia todo e tem mil preocupações chega em casa exausta. Aí, realmente, a disposição para transar vai para as cucuias. 

    O que fazer?
    Especialistas afirmam: o gatilho do desejo feminino é diferente do masculino. Enquanto os homens se excitam visualmente ou só de pensar em sexo, para a mulherada fica mais fácil se houver uma mãozinha providencial dos cinco sentidos: audição, tato, visão, olfato e paladar. E para aguçar essa turma toda, é necessário tempo e investimento. Ou seja: carinhos, beijinhos, abraçinhos sem ter fim ajudam. Diversão a dois também pode fazer maravilhas pelo tesão feminino. ”O ócio é amigo da sexualidade”, crava a ginecologista e terapeuta sexual Jaqueline Brendler. 

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    2. Relaxamento pós-conquista
    Na fase da conquista, você faz estripulias para impressioná-lo: se arruma toda, engata papos legais etc. Um equívoco gravíssimo é relaxar no investimento por achar que já o fisgou e não corre mais o risco de perdê-lo. E outro erro é o extremo oposto: anular-se, perder a identidade. 

    O que fazer?
    Manter-se interessante para continuar sendo desejada e admirada é a dica, oras. Cuidar da massa cinzenta e do corpo. Estar sempre antenada, aprender coisas novas e ter vida e gostos próprios são bons não só para você, mas também para a relação. Em resumo: a vida amorosa – assim como a vida em geral – é uma bicicleta: não se pode parar de pedalar. 

    3. Brigas, cobranças
    Estimular bate-bocas ou fazer acusações esfriam a libido até dos sexomaníacos. 

    O que fazer?
    Baixe a bola. Saber escutar e não querer impor vontades é regra de ouro. Deixar o clima mais afetuoso, é quase um santo milagreiro: as demonstrações de amor aparecem. 

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    4. Amiguinho é o caramba
    Companheirismo é fundamental. Mas a convivência que beira a fraternidade, não. Parceiro irmãozinho é um extintor de tesão. 

    O que fazer?
    Trate o erotismo como… erotismo. Na vida real, isso quer dizer bobagens como trocar o moletom por uma camisola bacana, mostrar que está a fim, soltar a franga com fantasias sexuais. ”Se a gente não separar sexo de amor, o erotismo tende a fenecer”, constata a psicóloga e sexóloga Ana Canosa. 

    5. Travas culturais
    Sexólogos acreditam que algumas mulheres, por questões culturais e de educação, têm pouca familiaridade com o erotismo por terem uma visão negativa da sexualidade… Deve ser verdade, porque poucas coisas nascem com tantas travas como o comportamento sexual. 

    O que fazer? Faça o seguinte ó: descubra o que é afrodisíaco para você. Vale fazer um intensivão, como ler contos eróticos, espiar cenas de sexo na TV. 

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    6. Transa ruinzinha e traumática
    A regra é clara: transas ruins minam o desejo. Ninguém quer repetir o que não foi legal. 

    O que fazer?
    Foi chato? Pois deixe a vergonha de lado e mostre a ele o que lhe dá prazer. Com jeitinho, claro, para não deixar o moçoilo ansioso. 

     

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    Ainda está sem vontade de transar? Veja como recuperar o tesão!

    Nossa dica é: pule no pescoço do bonitão. Garantimos que, depois disso, as chances de você querer sexo são muito maiores. Isso acontece porque, no comportamento sexual feminino, a ordem dos fatores altera o produto. E muito, viu? Até pouco tempo, acreditava-se que tanto homens quanto mulheres seguiam o seguinte roteiro: primeiro sentiam desejo, depois se excitavam e, por fim, gozavam. Mas, em 2001, a médica canadense Rosemary Basson concluiu que algumas mulheres só ficam com desejo quando a pegação começa de fato. Ou seja, precisam começar a coisa toda e, só aí, pegam no tranco.

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