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15 surpresas sobre o orgasmo

Descobertas reveladoras - e instrutivas! - sobre aquele momento "ahhhh" que farão sua vida sexual atingir o clímax

Por Redação M de Mulher
30 Maio 2013, 21h00 • Atualizado em 24 abr 2023, 17h35
Roberta Figueira (/)
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  • O orgasmo clitoriano é mais intenso e rápido. O vaginal, embora menos intenso, dura mais
    Foto: Getty Images

    1. 70% das mulheres nunca gozaram com parceiros

    Eis o resultado de uma pesquisa da Universidade de Chicago (EUA). Então, se ainda não chegou lá, tranquilize-se, pois não está sozinha. “A sexualidade feminina trabalha mais como resposta do que impulso”, diz a ginecologista Denise Coimbra. Logo, o primeiro passo é saber o que a excita.

    2. Um orgasmo pode gerar descarga elétrica de até 244 mV (milivolts)

    Uma baita descarga de energia – a energia de cinco orgasmos acenderia uma lâmpada! – seguida de contrações musculares involuntárias, em especial na genitália. Sem contar o aumento dos batimentos cardíacos, a aceleração da respiração e a intensa sensação de prazer. Assim é o orgasmo, que dura de oito a dez segundos.

    3. Orgasmo na cabeça

    Para Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan de Sexualidade, clímax é um fenômeno mais psicoemocional que fisiológico. O estímulo ocorre na vagina, mas a sensação se dá no corpo todo. Assim, o que a impede de chegar lá geralmente são questões psicológicas. Os vilões? Ansiedade, medo e falta de concentração.

    4. Clitoriano ou vaginal?

    O clitoriano é mais intenso e rápido. O vaginal, embora menos intenso, dura mais. Isso porque o clitóris é uma área muito sensível, que responde mais rapidamente ao estímulo. O vaginal, por sua vez, exige estímulo constante e prolongado até a região ficar bem excitada. Fisiologicamente, no entanto, os dois orgasmos são iguais. Ou seja, uma resposta física e psicológica a estímulos eróticos.

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    5. Sim, mulher demora mais

    Para que o homem fique excitado, seu organismo precisa bombear sangue para o pênis. “O corpo da mulher funciona de forma parecida, mas como nosso órgão sexual é mais complexo, precisamos de mais tempo para isso acontecer”, explica Maria Helena Vilela. A excitação masculina é linear, cresce e atinge o ápice rapidamente. A da mulher é difusa; por isso, exige mais tempo e concentração.

    6. Ela teve 222 orgasmos consecutivos!

    A autora da façanha é uma dinamarquesa. Ficou com inveja? Apesar de incomum, orgasmo múltiplo é possível. Afinal, não precisamos de muito tempo para nos recompormos após atingir o clímax. Se o estímulo continuar, podemos gozar de novo. Mas a psicóloga e educadora sexual Laura Muller avisa: só 10% das mulheres nascem com predisposição para orgasmos múltiplos.

    7. A ejaculação feminina não é lenda

    Não há muitas pesquisas sobre o tema e poucas mulheres conseguem ejacular – mas o fenômeno é real. Nele, a mulher libera, pela uretra, um líquido transparente e sem cheiro. “Para isso é preciso ficar muito excitada por um longo período”, explica Maria Helena Vilela. Alguns especialistas assinalam que a ejaculação feminina está ligada ao estímulo no ponto G, localizado cerca de 2 a 3 cm a partir da entrada da vagina.

    8. Cochilo pós-coito é uma necessidade masculina

    A mulher pode demorar mais para gozar, mas em minutos está pronta para outra. Já o homem necessita de mais tempo para se excitar novamente após o clímax, pois seu organismo demora mais para se recuperar do gasto energético e da descarga do hormônio endorfina. O fenômeno explica porque, depois da transa, os rapazes costumam sentir sono – é o corpo se recuperando.

    9. Ovários e útero não interferem no orgasmo

    Mulheres que retiram útero e ovários têm tanta capacidade de chegar lá quanto as outras. “Não há relação com órgãos, apenas com hormônios, que alteram tanto a libido quanto a intensidade do orgasmo”, afirma a ginecologista Denise Coimbra.

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    10. Ahhhh… Que remedinho bom!

    Ter um orgasmo queima calorias, favorece o metabolismo, faz bem ao coração, melhora o sono e a função imunológica, alivia cólicas menstruais e reduz o estresse. Efeitos colaterais? Possível dependência!

    11. Homens podem ter orgasmo múltiplo  

    O orgasmo deles, em geral, vem seguido da ejaculação. Mas clímax é diferente de gozo. Por isso, segundo Maria Helena Vilela, no sexo tântrico (técnica ligada a uma filosofia indiana que trabalha com a energia sexual), os homens podem ter orgasmo sem perder a ereção.

    12. Retarda a dor

    Durante o orgasmo, o corpo libera uma dose extra de endorfina. “Além da sensação de bem-estar, o hormônio anestesia o corpo”, atesta Maria Helena Vilela. Explicada aquela dorzinha que você só sentiu no dia seguinte? Foi a bendita endorfina!

    13. A idade influencia

    Na maturidade, as mulheres passam a se conhecer melhor, tendo mais facilidade para chegar ao orgasmo. De outra parte, a menopausa desregula os hormônios, prejudicando a libido. A boa notícia? Com o devido acompanhamento médico, a menopausa perde a briga idade x sexo. E quem ganha é você!

    14. Garanta o seu!

    Há maneiras naturais de prolongar a ereção masculina. “Evite contato direto com o pênis se sentir que o parceiro está muito perto do orgasmo”, aconselha a sexóloga Maria Helena Vilela. Diminuir o ritmo até que você esteja quase gozando também é um jeito de retardar a ejaculação. Não deu para ele segurar? Então, peça ao gato que continue estimulando você por meio de carícias.

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    15. A posição faz toda a diferença…

    “A dica número um é escolher a mais confortável”, garante Laura Muller. No entanto, algumas favorecem o “ahhh” feminino:

    · Deite-se de barriga para baixo e peça para o parceiro penetrá-la por trás.
    · Sentada sobre ele, incline-se para trás.
    · Deitada de barriga para cima, com uma almofada sob as costas, eleve o quadril e deixe as pernas sobre os ombros do companheiro.

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