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Luciana Gimenez está envolvida no caso Epstein? Entenda a polêmica

A divulgação de registros do caso Epstein trouxe uma onda de especulações nas redes sociais e colocou o nome de Luciana Gimenez no centro do debate

Por Allana Ostan
10 fev 2026, 17h25 • Atualizado em 10 fev 2026, 18h25
Luciana Gimenez revelou ser demissexual
Luciana Gimenez nega envolvimento após ter o nome citado nos documentos do caso Epstein (Reprodução/Instagram)
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  • Em um dos episódios mais comentados das últimas semanas nas redes sociais e na imprensa internacional, o nome da apresentadora Luciana Gimenez passou a circular por um motivo que ela própria considera equivocado e injusto. A origem da narrativa está ligada ao escândalo global envolvendo o financista norte-americano Jeffrey Epstein, cujos arquivos judiciais vêm sendo tornados públicos após décadas sob sigilo.

    Mas, afinal, qual seria a ligação da apresentadora brasileira com essa história?

    A resposta é simples: não há evidências de qualquer envolvimento. Ainda assim, para entender como o nome de Luciana foi parar nesses documentos, é preciso voltar alguns passos e contextualizar a divulgação dos arquivos.

    O que é o caso Epstein?

    O caso Jeffrey Epstein começou como uma investigação nos Estados Unidos sobre um financista bilionário que circulava entre empresários, políticos e celebridades. Por trás da imagem de homem poderoso veio à tona um esquema grave de exploração e tráfico sexual de meninas e adolescentes. Muitas eram atraídas por promessas, sob o pretexto de “massagens”, que depois se transformavam em abuso.

    Jeffrey Epstein
    Arquivos do caso Jeffrey Epstein voltaram a repercutir (Neil Rasmus/Patrick McMullan/Getty Images)

    Em 2005, essas acusações levaram a uma investigação policial em Palm Beach, na Flórida, que encontrou evidências de uma rede de prostituição de adolescentes. Epstein acabou fazendo um acordo judicial muito criticado, que lhe poupou de uma pena federal mais dura. Após o acordo controverso, Epstein voltou ao centro do noticiário em 2019, quando foi preso.

    Ele foi encontrado morto em sua cela, antes de ser julgado. Sua ex-companheira, Ghislaine Maxwell, apontada como responsável por recrutar vítimas, acabou condenada a mais de 20 anos de prisão.

    Por que o assunto está em alta?

    Mesmo após a morte de Epstein, o caso nunca saiu completamente dos holofotes e ganhou novo fôlego recentemente, depois que o governo dos Estados Unidos aprovou uma lei que determinou a liberação de documentos relacionados às investigações. Em pouco tempo, milhares de registros judiciais e financeiros ligados ao caso vieram a público.

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    A divulgação desses documentos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, no fim de janeiro, expôs um grande volume de arquivos que até então permaneciam sob sigilo. Entre eles estão transferências bancárias, registros financeiros, logs de voos, comunicações internas e detalhes investigativos.

    Com essa liberação em massa, nomes que apareciam apenas em relatórios administrativos ou movimentações financeiras passaram a circular amplamente. Em outras palavras, pessoas que sequer foram investigadas começaram a ser citadas fora de contexto — um terreno fértil para especulações e interpretações distorcidas nas redes sociais.

    Foi nesse cenário que o nome de Luciana Gimenez entrou na conversa

    Entre os documentos divulgados, surgiram registros bancários que mencionam o nome de Luciana Gimenez e de seus filhos, associados a movimentações financeiras realizadas pelo Deutsche Bank Trust Company Americas.

    Rapidamente, imagens desses extratos passaram a circular nas redes sociais, acompanhadas de insinuações sobre uma suposta ligação da apresentadora com Jeffrey Epstein. No entanto, os próprios documentos não indicam qualquer conexão com o financista nem apontam irregularidades: são apenas menções nominais em extratos incluídos no conjunto de arquivos tornados públicos.

    A presença do nome de Luciana se explica pelo fato de o banco ter sido alvo de um pedido amplo de informações por parte das autoridades americanas, o que acabou expondo dados de diversos clientes, e não apenas de pessoas investigadas.

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    O posicionamento público

    Diante da grande repercussão, Luciana se manifestou nas redes sociais com um comunicado oficial, declarando: “Jamais tive qualquer tipo de contato  pessoal, profissional ou financeiro com Jeffrey Epstein. Nunca compactuei, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas. Entrei em contato com o banco para compreender a razão dessa vinculação indevida. Estou à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários.”

     

    No comunicado, ela pede cautela, seriedade e responsabilidade na divulgação das informações, para evitar “interpretações equivocadas e danos injustificados à sua reputação”. 

    Então, existe envolvimento?

    Até agora, não há qualquer acusação, investigação ou evidência pública que relacione Luciana Gimenez ao esquema criminoso de Epstein.

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