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Você sabe por que maio é conhecido como ‘mês das noivas’?

A tradição vem, principalmente, lá dos países do Hemisfério Norte.

Por Ketlyn Araujo Atualizado em 16 jan 2020, 14h48 - Publicado em 1 Maio 2018, 10h38

Estando ou não dentro do universo dos casamentos, você provavelmente já ouviu alguém dizer que maio é popularmente conhecido como o mês das noivas.

Ok, mas de onde vem essa ideia?

Antes de desvendarmos o mistério, vale contar que, aqui no Brasil, a coisa foge um pouco à regra: por questões econômicas, os casamentos brasileiros costumam ocorrer em maior quantidade durante os meses de dezembro e janeiro – ou seja, bem na época das férias coletivas das empresas, e junto com a chegada do 13º salário, o que, como esperado, tem influência direta nas prioridades dos casais.

Já nos Estados Unidos o mês campeão de cerimônias é fevereiro, principalmente por conta do Dia dos Namorados americano (ou Valentine’s Day, celebrado no dia 14 do mesmo mês).

Mesmo assim, maio fica em terceiro lugar de preferência por aqui, e continua mantendo a fama de temporada casamenteira no mundo todo. Por isso, reunimos a seguir algumas das teorias que contribuem para tal.

É primavera!

A primeira e mais conhecida delas tem bastante a ver com as tradições de países do Hemisfério Norte, mais especificamente com a influência das estações do ano nos costumes populares. É que no decorrer dos séculos, a natureza como um todo, e principalmente as flores, se tornaram símbolos diretamente associados às cerimônias de casamento. Já que a primavera, que tem início em maio, é a a “estação das flores e das colheitas”, nada mais justo do que aproveitar o cenário natural, presente durante todo o mês, para se casar.

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Por pura influência da colonização europeia, nós do Brasil também acabamos importando a prática, fazendo com que a quantidade de cerimônias em maio fosse igualmente significativa por aqui.

Religião católica

Outra hipótese conhecida é a de que, segundo a Igreja Católica, maio é visto como o mês oficial de homenagens à figura de Maria, mãe de Jesus Cristo – por isso, é também conhecido como “mês das mães” (o Dia das Mães, para quem não sabe, é comemorado anualmente nos segundos domingos de maio).

Antigamente, a ideia da maternidade era muito associada aos casamentos, sendo vista como sinal de sorte – o que hoje já não faz tanto sentido assim – , mas a grande influência do catolicismo na sociedade, portanto, também contribuiu para que maio se consolidasse como mês das noivas.

Idade Média

Mais uma crença popular, que novamente tem a ver com a primavera no hemisfério norte, leva em conta os hábitos da Idade Média. Naquela época, tomar banhos no outono e no inverno, por causa das temperaturas baixíssimas, era um ato raro (e quase inexistente). Por isso, banhos eram adiados e deixados para a primavera e o verão, nos meses de calor.

Assim, o primeiro banho do ano costumava acontecer só em maio, e quem estava para se casar acabava unindo o útil ao agradável: a probabilidade de que convidados e noivos estivessem prontos para a festa, mais “limpos” e perfumados durante o período era muito maior. Inclusive, dizem por aí que a principal função do buquê de noiva, hoje visto como amuleto da sorte, era muito mais do que decorativa, e servia mesmo era para disfarçar o mau cheiro por baixo do vestido.

Pela tradição ou não, a verdade é que maio ainda mantém seu posto mundial de mês das noivas e, se você está pensando em se casar em breve, aproveite que ele chegou para ficar de olho no calendário – essa é a melhor época para quem está planejando o casamento visitar feiras e eventos dedicados ao setor!

 

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