Após morte de bebê, mãe doa mais de 100 litros de leite

Alexis resolveu ajudar outras mães depois de perder Sweet, que nasceu com anencefalia

A americana Alexis Marrino descobriu que estava grávida no final do ano passado. No início desse ano, ela foi até uma clínica fazer o ultrassom que revelaria o sexo de seu bebê, mas, além de descobrir que esperava uma menina, recebeu a notícia que de que a bebê era anencéfala, ou seja, nasceria sem o cérebro e viveria durante poucas horas.

Apesar da possibilidade legal de fazer um aborto, Alexis escolheu levar a gravidez até o fim e ter a bebê. No dia 29 de julho, às 11:49, Sweet McKinleigh nasceu com apenas alguns fragmentos do crânio e do cérebro desenvolvidos. A mãe e o pai puderam ficar com a bebê até as 12:59, uma hora depois do parto, quando ela faleceu.

 (Arquivo Pessoal/Reprodução)

Alexis sempre teve o sonho de amamentar sua filha. Como deu à luz, seu corpo continuou produzindo leite por algum tempo depois do parto e, por isso, ela decidiu bombeá-lo e armazená-lo em potinhos para doar a bebês que não poderiam ser amamentados pelas as mães.

 (Arquivo Pessoal/Reprodução)

Até dia 19 de setembro, menos de dois meses depois do nascimento, ela já havia coletado 1.130 potes de leite materno para doação, totalizando mais de 100 litros. Alexis contou que o processo não foi nada fácil, mas que resolveu continuar como homenagem à sua filha. “Eu sabia que não poderia salvar a vida dela, mas pelo menos poderia ajudar a salvar a vida de outros bebês. Apesar de tudo eu queria deixar Sweet orgulhosa e, assim, consegui forças para continuar e acabar com o leite”, disse.

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