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Aprenda a usar a intuição

Veja como colocar o seu sexto sentido em prática e capte melhor as mensagens do inconsciente para tomar decisões e resolver problemas

Por Redação M de Mulher 7 out 2010, 21h00 | Atualizado em 20 jan 2020, 16h38
Rosane Queiroz
Rosane Queiroz  (/)
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  • Intuir significa ligar fatos que, à primeira vista, não têm conexão
    Foto: Getty Images

    Mergulho interior

    Voz interior, sexto sentido, insight. “Podemos definir a intuição como uma informação que vem do nosso mundo interno”, afirma a psicoterapeuta Patricia Puccini, autora do livro Gente Que Mora Dentro da Gente (Ed. Pensamento-Cultrix). Essa sensação contém dados coletados pelo cérebro, armazenados e recombinados, mas também pensamentos de uma experiência pessoal, algo que sentimos “no ar”, que está no que os estudiosos chamam de inconsciente coletivo.

    “Como um fio luminoso, a intuição junta eventos desconectados, tece os fios e mostra uma tapeçaria que subitamente ganha um sentido inesperado”, compara Patricia.

    Algo me diz…

    Muitas vezes a intuição antecipa fatos, como uma espécie de binóculo. “Ela aproxima o que está distante da nossa percepção normal”, diz a psicanalista junguiana Sylvia Mello Silva Baptista, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica. Esse tipo de aviso não é sobrenatural e facilita a vida prática.

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    Mas como desenvolver a intuição? Basta dar ouvidos a ela. “Respeitar o que parece não fazer sentido é essencial e todos podem aprender”, garante a especialista. É como se a consciência fosse um holofote e iluminasse apenas parte do palco. Nós só vemos o que está iluminado. Mas há outras coisas em cena. “Para ter intuição, precisamos entrar na penumbra, onde não temos certeza do que existe. Nesses momentos, a intuição nos diz: vá, arrisque, confie no que sente!”, orienta Sylvia.

    Aprenda a usar a intuição

    Usar a intuição é arriscar!
    Foto: Getty Images

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    Todo mundo tem

    O psicanalista Carl Gustav Jung (1875-1961) definiu a intuição como uma função do cérebro, assim como razão, memória e sensações. Segundo ele, esse sentimento envolve a comunicação dos dois hemisférios cerebrais: o esquerdo (racional, lógico) e o direito (que responde pela linguagem simbólica, imagens e emoções). Assim, as pessoas intuitivas seriam aquelas que utilizam as duas porções com equilíbrio.

    “Quanto mais você se liga ao inconsciente, mais desenvolve essa habilidade, que implica em reconhecer sinais e sensações inexplicáveis”, diz Sylvia. Talvez por isso a intuição seja considerada um atributo feminino: a mulher é mais ligada à sensibilidade. O raciocínio lógico bloqueia a capacidade de interpretar essas informações.

    X da questão

    “Intuir significa ligar fatos que, à primeira vista, não têm conexão. Isso ocorre mais facilmente quando o cérebro está relaxado”, explica Sylvia Baptista, psicanalista. 

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