A refugiada haitiana que aprendeu amar a confusão paulistana

Há três anos Maria Larose, 41 anos, vive em São Paulo, depois que viu seus planos desmoronarem com o terremoto do Haiti de 2010

O terremoto que abalou o Haiti em 2010 fez ruir os planos de Maria Larose, 41 anos. Nesta janela do Glicério, no centro de São Paulo, onde vive sozinha há três anos, a refugiada vê a vida passar. Gente gritando, cantando, vendendo coisas, indo e vindo do trabalho. Como o dela ainda não chegou, se vira com faxinas. “Eu achava o bairro desarrumado, meio sujo, mas estou começando a gostar”, diz.

A haitiana aprendeu a amar a confusão. “Já faço parte da cultura brasileira. Só me falta falar português direito.” Ela quer trazer os dois filhos para cá, dar a eles escola, casa e comida. Quem sabe aprendam as músicas que Maria ouve tamborilando no parapeito de madeira? A foto acima foi parar na exposição que está em cartaz no Unibes Cultural, na capital paulista.

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Fotos para esta seção devem ser enviadas para o e-mail claudiacenasbrasileiras@abril.com.br

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