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A diferença entre gerações nos cuidados com o lar

Em 2015, quem poderia imaginar que teríamos tanta tecnologia, mas sem o básico, como água e luz? Susana Vieira conta como lida com essa questão em família

Por Susana Vieira (colunista) Atualizado em 21 jan 2020, 22h52 - Publicado em 14 Maio 2015, 08h00

Você imaginava que a gente chegaria ao ano de 2015, no auge das mudanças tecnológicas, sem duas coisas básicas para sobreviver: água e luz? Nem nos seus piores pesadelos, né? Como poderíamos imaginar que nós, habitantes de um país como o Brasil, que tem a maior bacia hidrográfica do mundo, ficaríamos na seca? Veja se isso faz sentido…

Bom, faz. É só analisar o jeito que a população trata a água e a luz. Eu sou de outra geração e fui criada pelo meu pai, que era rígido de uma maneira radical. A gente era obrigada a desligar a luz quando saía de um cômodo. E só acendia quando entrava em outro. Se você é do século passado, com certeza já ouviu a frase: “Você está pensando que eu sou sócio da Light?” Todo pai dizia isso para fazer com que a gente economizasse. E dava certo. Até hoje eu fico tensa de ver muita luz acesa. Com meus netos isso não acontece mais, não… Como moram nos EUA e lá ainda não sentem na pele essa necessidade de economia, eles tinham mania de irem deixando lâmpadas e televisores ligados por onde passavam. Mas já fiz a minha parte em conscientizá-los de que as coisas mudaram e de que novos hábitos são necessários.

Outra coisa que na minha época de juventude era diferente é o banho. Tinha de ser rápido! Hoje, veja se você se reconhece nessa situação: liga o chuveiro antes de tirar a roupa e então atende o telefone, vai dar um recado… E a água lá, caindo em milhares de gotinhas que são o maior prejuízo. Na minha casa isso não existe: todos fecham a torneira e usam o mínimo possível. É a velha história: se cada uma fizer a sua parte, a coisa melhora!

Esse cuidado com a eletricidade e a água é o mesmo que deveríamos ter com a natureza. Cuidar dela é cuidar da vida. E de você. É ter respeito pelas plantas, pelos animais… É questão de pensar nas próximas gerações.

A conscientização a respeito da economia desses recursos deveria ter ocorrido há muito tempo. Como temos tudo em abundância, demoramos para aprender as coisas e acabamos ficando meio atrasados nessa questão. Afinal, a gente cuida do corpo, faz regime e ginástica para ele funcionar direitinho. E por que deveríamos deixar que a Terra se cuide sozinha? É nossa missão também!

PS: Tudo o que usamos vem da natureza. Pense um pouco nisso e faça da preservação sua luta. Cuidar daquilo que Deus nos deu é a coisa mais importante da vida!​

Um beijo bem grande,

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