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5 momentos que você precisa aprender a lidar com o jeitinho da sua mãe

Amor de mãe é sempre forte, mas cada uma tem um modo diferente de lidar com o filho – e às vezes é preciso dançar miudinho para lidar com ele

Por Cíntia Marcucci (colaboradora) Atualizado em 21 jan 2020, 23h04 - Publicado em 10 Maio 2015, 07h00

Quando somos crianças e adolescentes, imaginamos que ao ficarmos adultas seremos donas do próprio nariz e não precisaremos mais brigar com a mãe por qualquer coisa. Sim, é verdade que nos tornamos independentes e, ao longo da vida, vamos criando nossa própria personalidade, com influências de fora da família também, mas mãe nunca deixa de ser mãe e os conflitos com essa figura tão importante nem sempre acabam. Tem mãe que não percebe que você cresceu, tem a que quer dar palpite em tudo, aquela que pede o tempo todo por carinho e atenção… Para ajudá-la a lidar melhor com a sua, seja lá qual for o estilo dela, conversamos com a psicoterapeuta Tereza Bonumá, de São Paulo, e, com a orientação da especialista, sugerimos as melhores estratégias para viver em harmonia com mães de diversas personalidades. “O mais importante nessa história é que mãe e filha precisam ceder. Ter paciência e conversar é fundamental”, diz Teresa. Confira!

Quando ela não entende que você já é adulta

É aquela mãe que fala que você está errada na frente dos seus filhos, do seu marido e não deixa você ter autoridade. Na verdade é uma pessoa superprotetora, que tem certeza de que sabe o que é melhor e não quer deixar que você erre. O melhor é sentar e conversar, dizer que você precisa tomar as próprias decisões, que agradece os conselhos, mas que só vai aprender se errar. Mas espere um período de calma para falar tudo isso. Não tente no meio de uma discussão, ok?

Quando ela acha que você faz tudo errado

Sabe aquela mãe que fala que na época dela se fazia tudo diferente e que o seu jeito de resolver as coisas está sempre equivocado? É um pouco de dificuldade em aceitar que os tempos mudaram, que ela já não é mais referência absoluta na sua vida. Que tal conversar sobre como era a relação dela com a própria mãe? Fale que ela deve ter questionado sua avó em algum momento. Deixe claro que você dá valor à experiência dela, mas que há momentos em que precisa fazer as coisas do seu modo.

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Quando ela compete com você

É muito legal ter uma mãe com espírito jovem! Mas às vezes não é confortável que ela queira usar as mesmas roupas que você, o mesmo penteado, que faça tudo para que as pessoas achem que ela é sua irmã, não sua mãe. Em casos extremos, algumas até tentam competir com a filha pela atenção dos homens. Isso às vezes é uma dificuldade em lidar com o tempo passando, com o próprio envelhecimento. Talvez você precise ser sincera e um pouco dura, dizendo que não se sente bem com tal atitude e que não acha legal esse clima de competição.

Quando ela apela para o lado sentimental

“Fiz tanto por você e agora você nem liga pra mim, nem me dá atenção.” Quem já ouviu essa frase na boca da mãe está lidando com um caso de chantagem emocional. Se fica meio culpada com isso, respire fundo e pense no que ela tem mesmo razão e no que não tem. Isso vai ajudá-la a não se sentir mal sem um motivo real. Nesse caso, o trabalho é de você com você mesma, pois é difícil que sua mãe reconheça que está exagerando. Pense, reflita, analise e aprenda a não dar importância quando a reclamação não tiver fundamento. E lembre-se de oferecer um carinho a mais quando puder e achar que faz sentido.

Quando ela é desligada demais

Sua mãe não percebe quando você está precisando de ajuda, não pergunta se está tudo bem, não está nunca disposta a conversar. É um pouco o oposto daquela que se mete em tudo e quer que façam as coisas do jeito dela. Essa mãe acha que, como a filha está criada, deve se virar sozinha com tudo. Mas não tem coração de mãe que não bata mais forte quando um filho demonstra que ela é importante na sua vida. Sente-se com ela num ambiente agradável, diga que está sentindo falta dela, que quer contar mais da sua vida e do que acontece com você. Que tal sugerir que vocês façam algo juntas? Pode ser comer um pastel na feira, tomar um café ou mesmo bater um bolo durante a tarde. Esses momentos prazerosos são os melhores para reaproximar as pessoas que estão distantes!

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