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Transplante de fezes é testado contra a obesidade

O objetivo do procedimento é repovoar o intestino de pessoas doentes com os micro-organismos presentes no organismo de pessoas saudáveis

Por Da Redação 21 jan 2018, 23h51

Cientistas estão estudando o transplante de fezes _ou de microbiota fecal, oficialmente_ para alívio de doenças intestinais e ajuda no combate à obesidade, de acordo com reportagem publicada pela Folha.

O objetivo do procedimento é repovoar o intestino de pessoas doentes com os micro-organismos presentes no organismo de pessoas saudáveis. Antes de serem transplantadas, as fezes são diluídas.

PARA EMAGRECER

Estudo mostram que a técnica foi bem sucedida em casos persistentes de infecção por Clostridium difficile, que tem sintomas como diarreia e dor abdominal e, em casos mais extremos, pode exigir a retirada cirúrgica de partes do intestino.

Com o sucesso do transplante para esse tipo de infecção, os cientistas começaram a estudar o impacto da microbiota fecal em outras doenças.

Segundo a Folha, “estudos apontam que uma dieta irregular seleciona ‘bactérias ruins’, que ajudam o intestino a aproveitar melhor as calorias e, dessa forma, a perpetuar a obesidade (…) É aí que o transplante de fezes poderia entrar, repovoando o intestino de pessoas obesas com a microbiota de pessoas saudáveis”.

Especialistas alertam, no entanto, que é preciso cuidado na seleção dos doadores de fezes e que ainda não há estudos sobre os efeitos das bactérias, fungos, protozoários e vírus transplantados a longo prazo.

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