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Repelentes combatem o mosquito da dengue?

Saiba quais produtos são eficazes para evitar a picada do mosquito

Por Amanda Figueiredo
26 mar 2015, 11h01 • Atualizado em 28 out 2016, 14h39
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  • O Brasil está enfrentado uma das maiores epidemias de dengue da história, e há muitas dúvidas de como combater o Aedes aegypti, causador da doença. O calor e as chuvas dos últimos meses, somados à falta de cuidado das pessoas ao manter recipientes com água parada dentro de casa, são a combinação perfeita para a dispersão do mosquito.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é hoje a doença tropical que se propaga mais rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, sua incidência aumentou 30 vezes, o que pode transformá-la em uma pandemia, advertiu o órgão. No Brasil, um levantamento do Ministério da Saúde, divulgado em março, mostrou que 340 municípios brasileiros estão em situação de risco para a epidemia.

    Alguns médicos recomendam o uso de repelentes contra o mosquito transmissor da doença. “Repentes à base de DEET, substância capaz de repelir os mosquitos, são eficazes para evitar a picada, desde que aplicados de forma correta e reforçados a cada quatro horas”, explica Andreia Maruzo Perejão, infectologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, de São Paulo.

    Segundo a especialista, grávidas e crianças também podem usar o produto. “Para bebês e crianças menores de dois anos, o ideal é procurar uma versão infantil do repelente e consultar um pediatra para checar alergias ou outras patologias que possam contra indicar o uso”, alerta.

    A médica frisa que o repelente, seja ele líquido, em spray ou gel, deve ser passado por último, após cremes, hidratantes, protetor solar ou maquiagem. Adesivos de critronela, aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), podem ser colocados na pele para manter o mosquito distante cerca de um metro. Costumam durar quatro horas e são mais indicados para quem trabalha em lugares abertos.

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    Já o repelente elétrico afasta o mosquito do ambiente, mas não impede que ele retorne ou permaneça nos arredores. “Ele não garante muito proteção, e nem todos são eficazes para impedir a entrada do mosquito”, afirma.

    É importante lembrar que o repelente evita a picada do mosquito, mas não combate sua proliferação. A melhor medida preventiva é desfazer criadouros de larvas, ou seja, locais que acumulam água parada, como vasos, latinhas, copos, lixeiras, pneus e outros recipientes.

     

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