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Profissão Repórter denuncia violência obstétrica

Em tempos de valorização do parto humanizado, o programa mostrou realidades bem distintas em hospitais e maternidades do país.

Por Daniella Grinbergas - Atualizado em 16 jan 2020, 04h04 - Publicado em 13 dez 2018, 10h23

Comandado por Caco Barcelos, o Profissão Repórter dessa quarta (12) levantou uma questão triste e muito importante: ao mesmo tempo em que o parto humanizado ganha relevância no Brasil, muitas mulheres vivem realidades muito diferentes, sofrendo abusos e negligências no atendimento.

O programa começou com um dos vídeos mais representativos da violência obstétrica, o caso de Alinca Fonseca, que é insultada pelo médico, tem uma costela fraturada durante o parto e é proibida de pegar seus bebê após o nascimento.

Além disso, contou histórias de famílias que sofrem até hoje com graves problemas de saúde dos filhos, resultantes de negligência, e até a perda de um bebê pelo uso de manobras contraindicadas no parto.

Em contrapartida, acompanhou casos no hospital público Sofia Feldman, em Belo Horizonte, referência em parto humanizado que, mesmo sofrendo com a falta de recursos públicos para o atendimento, prioriza o bem-estar das mulheres e dos bebês.

Um debate fundamental para provar que nada justifica a violência obstétrica!

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