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Incontinência urinária: não a deixe interferir em sua qualidade de vida

A vergonha e falta de informação fazem com que o problema atrapalhe a vida social de quem sofre deste distúrbio

Por Redação M de Mulher Atualizado em 15 jan 2020, 05h20 - Publicado em 29 abr 2014, 21h00

Mais de dez milhões de brasileiros sofrem de incontinência urinária, segundo dados revelados pela Organização Mundial de Saúde. O problema é mais frequente em mulheres, em qualquer idade, devido ao fato de o músculo que fecha o canal da urina ser mais fraco. Por falta de informação e/ou vergonha, muitas pessoas acabam deixando de fazer atividades simples, como andar de bicicleta, correr no parque,. sair para dançar e até curtir momentos com a família. Saiba que, com acompanhamento médico e tratamento, você pode melhorar (e muito) a sua qualidade de vida!  

Tipos do problema

A perda involuntária de urina, que muitas vezes é confundida com infecção urinária, acontece de três formas diferentes: 1 – pelo esforço, quando há perda de urina ao tossir, rir, fazer exercício etc.; 2 – pela urgência, quando há súbita vontade de urinar e a pessoa não consegue chegar a tempo ao banheiro e 3 – de forma mista, quando há a associação dos dois tipos anteriores. A prevenção do distúrbio pode ser feita com exercícios para o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, medicamentos ou cirurgia.

Para que o problema não atrapalhe a sua vida social, deixar o tabu de lado e revelar sintomas a um médico urologista é importante. Com a ajuda dele, você conhece o melhor tratamento para o seu caso e fica por dentro dos produtos disponíveis para amenizar o incômodo causado pela incontinência urinária. Para as mulheres, por exemplo, a TENA possui o TENA Lady, produto que atua em uma categoria praticamente inexistente no Brasil. Com design semelhante a de um absorvente diário, o item foi desenvolvido exclusivamente para incontinência urinária e é o único com controlador de odores indesejáveis. Para pessoas que possuem incontinência moderada a severa, a TENA Pants é ideal para quem tem mobilidade e busca discrição.

Recomendações

Procure um médico para diagnóstico e identificação da causa do problema. Somente ele poderá dizer, de fato, o que você apresenta. E não pense que todo mundo sofrerá do distúrbio depois dos 50 anos, não. Se tratado como deve, muita gente nem apresenta sintomas. Para melhorar sua qualidade de vida, evite, sempre, a obesidade e o sedentarismo – são simples medidas que podem ser úteis na prevenção de incontinência urinária e outros problemas. 

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