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Conheça os sintomas e tratamentos da hiperhidrose

Doença está relacionada ao excesso de transpiração e pode ser controlada

Por Redação M de Mulher 5 Maio 2013, 21h00 | Atualizado em 16 jan 2020, 00h24
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A função da transpiração é resfriar o corpo quente
Foto: Getty Images

Ele tem uma função muito importante no corpo: controlar a temperatura. No entanto, o suor pode ser um sinal de um sério problema de saúde chamado hiperhidrose.

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“Nesse caso, as áreas afetadas são pés, mãos e axilas”, diz o cirurgião plástico Victor Cutait, da Clínica Bioplástica Brasil, em São Paulo. Rosto, peito, costas e bumbum também sofrem com a transpiração excessiva.

Ainda não se sabe a causa da hiperhidrose, que surge na adolescência e é mais comum em pessoas ansiosas. Quem tem o problema sofre com o constrangimento de ter mãos e pés sempre molhados e gelados, ou a roupa marcada pelo suor.

Se você desconfia de que tem hiperhidrose, consulte um dermatologista. Quando o problema é leve e concentrado apenas nas axilas, basta usar um desodorante para conseguir bons resultados. Caso contrário, há outras opções de tratamento, que vão de remédio a cirurgia. Confira:

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Via oral
Há comprimidos que regulam o suor. Porém, eles são proibidos para quem fuma ou tem qualquer doença respiratória, porque contraem os brônquios e podem causar insuficiência respiratória.

Botox
Dá ótimos resultados nas axilas, nas mãos e nos pés. O efeito dura de quatro a seis meses, quando deve ser repetida a aplicação. Mas prepare-se: as picadas doem na pele e no bolso (cada aplicação custa de R$ 1 mil a R$ 3 mil). Os únicos profissionais autorizados a aplicar o produto são os dermatologistas e os cirurgiões plásticos.

Lipoaspiração
A hiperhidrose nas axilas pode ser curada com uma lipoaspiração superficial na região. O procedimento custa até R$ 3 mil. Metade das pessoas melhora logo na primeira aplicação.

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Cirurgia
Para casos nas axilas ou nas mãos, a sugestão médica é a videolaparoscopia. Nessa cirurgia, uma microcâmera é inserida no tórax e queima o gânglio responsável por superestimular a glândula de suor. O corte é de apenas 1 centímetro e praticamente não deixa cicatriz. O procedimento é feito por um cirurgião, e custa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.

O SUS cobre apenas outra cirurgia, chamada simpatectomia, restrita a casos graves (que trazem limitações ao dia a dia do paciente). Nesse procedimento, corta-se o nervo que causa o suor excessivo. Isso deixa uma grande cicatriz.

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