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Corrimento vaginal: 7 tipos, cores e o que cada um significa

Secreção fisiológica faz parte do processo natural do corpo, mas pode indicar infecções

Por Camila Iannicelli
26 jan 2025, 08h30 •
Quais são os tipos de corrimento?
Corrimento vaginal fisiológico é normal e necessário para a lubrificação da vagina (Ian Dooley/Unsplash)
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  • O corrimento vaginal é uma secreção natural do organismo feminino, de modo a mantê-lo limpo e saudável. Produzido pelas glândulas cervicais e vaginais, ele é uma mistura de fluidos, bactérias e células mortas.

    Porém, as diferentes colorações podem causar estranheza e dúvidas às mulheres. É necessário, portanto, redobrar a atenção em relação a certos aspectos deste líquido, como tonalidade, odor e volume. 

    De acordo com a médica ginecologista da clínica Ginelife, Ana Carolina Romanin“Toda mulher produz secreção vaginal, algumas mais e outras menos. Com alterações da flora vaginal, mudanças de ph vaginal ou até por vaginoses, os corrimentos podem se tornar patológicos e mudam as características: passam  a ter odor, podem ficar amarelados, esverdeados ou acinzentados”.

    Corrimento branco e transparente

    Este é o corrimento normal da vagina, que ocorre quando a mulher está em seu período não-fértil. No entanto, existem algumas variações para o corrimento branco. Caso ele esteja espesso e grumoso, indica candidíase, também causando coceira, irritação e vermelhidão na área. Todavia, se estiver fluído e sem odor, é parte da secreção natural. 

    “Durante o ciclo menstrual, a secreção vaginal muda suas características: após a menstruação, a secreção costuma ser branca e leitosa. Durante a ovulação, ela costuma ficar transparente e pegajosa, como clara de ovo. E quando se aproxima da menstruação, ela fica esbranquiçada novamente e mais grossa, podendo conter até alguns grumos. Durante o climatério e após a menopausa, pode haver diminuição na quantidade de secreção vaginal”, complementa a profissional. 

    Corrimento amarelo

    O corrimento amarelo claro é comum ao entrar em contato com a calcinha ou perto da menstruação, mas pode ser um sinal de infecção, como clamídia, gonorreia e tricomoníase, causando coceira, desconforto, odor forte e ardência. 

    Corrimento esverdeado

    Menos comum, o corrimento verde indica infecção e geralmente está associado a doenças sexualmente transmissíveis ou vulvovaginite. “O corrimento relacionado a candidíase costuma ser esbranquiçado ou esverdeado, com bastante grumos e sem odor”, pontua. 

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    Corrimento marrom

    Comum que apareça antes ou após o ciclo menstrual, o corrimento marrom significa uma pequena quantidade de sangue. Contudo, caso apareça fora deste período, pode sugerir problemas como pólipos ou endometriose

    Corrimento cinza 

    O corrimento cinza pode ser um sinal de vaginose bacteriana, especialmente após a relação sexual, seguido por mau odor, ardência e coceira. A ginecologista informa: “As vaginoses são infeções causadas por agentes que pertencem à flora vaginal, mas que, por diminuição da imunidade ou alteração do ph vaginal, tornam-se patológicos, podendo indicar até mesmo indicar ISTs”.

    Corrimento rosado

    Este não deve ser motivo de preocupação. O corrimento rosado, na maioria das vezes, indica o início do ciclo menstrual ou algum escape de sangue em mulheres que tomam anticoncepcional oral. 

    Cuidados

    Caso o seu corrimento apresente mudanças no aspecto, coloração, intensidade e odor, é preciso entrar em contato com um especialista e iniciar o tratamento adequado.

    Além disso, outro método eficaz é o uso de roupas íntimas de algodão, que permitem maior ventilação. 

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    Quais são os cuidados para a região íntima?
    A saúde íntima é essencial para evitar complicações (Sasha Maslova/Pexels)

    Por fim, evite o uso de protetores diários de calcinha, lenços umedecidos e papel higiênico com perfume, já que eles podem irritar a mucosa vaginal e alterar o pH local.

    Ana finaliza com outras dicas: “Usar preservativos durantes as relações sexuais, diminuir consumo de carboidratos, não ficar muito tempo com biquini molhado, evitar roupas muito apertadas, não realizar duchas vaginais e usar sabonete apropriado para a região com ph neutro”. 

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