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Vera Fischer: “O Tony Ramos que beija de um jeito só dele”

A atriz, que está afastada da TV desde 2012, está contando os dias para voltar e viver Hebe Camargo na série "Assédio".

Por Da Redação - 14 out 2017, 12h26

A atriz Vera Fischer, 65 anos, que está afastada da televisão desde 2012, quando participou da novela “Salve Jorge” está contando os dias para voltar à TV.

Segundo informações divulgadas pelo jornal Extra, a catarninense viverá Hebe Camargo no seriado “Assédio”, assinado pela TV Globo. A produção relembrará a história do médico Roger Abdelmassih, condenado em 2010 a 278 anos de prisão pela juíza Kenarik Boujikian após ter sido acusado de ter cometido 278 estupros realizados em sua clínica, localizada em uma área nobre da capital paulista.

 

Vera, que estreou nessa última quinta-feira (12) a peça “Doce pássaro da Juventude”, em que dá vida à Alexandre Del Lago, uma atriz decadente, esperta e manipuladora, renovou seu contrato com a emissora até 2020.

Ainda em entrevista concedida à publicação, Vera comentou sobre relacionamentos e o tão conhecido “beijo técnico”, que até hoje deixa dúvidas nos telespectadores, além de relevar seus segredos de beleza. Quando questionada sobre beijar na boca, Vera não hesitou: “Só no trabalho. Quando tem que beijar, eu beijo mesmo! Só o Tony Ramos que beija de um jeito só dele, e a gente se respeita muito.”

Sobre relacionamento, a atriz que revelou usar águas termais e cremes importados diariamente para renovar a pele, disse sentir falta de um companheiro, mas que não abre mão da sua individualidade. “Tive vários namorados, Murilo Rosa, Floriano Peixoto, Paulinho Serra, Marcos Paulo, que foi o último. Depois, não apareceu mais ninguém. Mas pode ser que aconteça daqui a pouco. Até tive um flerte durante a peça “Gata em teto de zinco quente” (1998), com o cara do som. Hoje, eu até queria ter um companheiro com quem eu pudesse conversar, mas morar junto não mais”, explica.

Vera também disse que um dos seus maiores objetivos de vida é trabalhar até se tornar centenária. “Quero trabalhar até bem velhinha. Tenho uma história de vida grande para contar. Quero superar Dona Canô, que morreu aos 105 anos. Mas assim, ó! (segura o peito). Simplesmente, me nego a morrer”, contou, gloriosa.

Leia a entrevista completa aqui.

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