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Mulher é declarada como morta, mas serviço funerário percebe que está viva

O erro do médico foi notado por agentes funerários no momento de embalsamar o corpo de Timesha Beauchamp, 20 anos

Por Da Redação - Atualizado em 25 ago 2020, 22h04 - Publicado em 25 ago 2020, 22h00

Uma família do estado de Michigan, nos EUA, foi vítima de um erro, que quase custou a vida de um ente. Timesha Beauchamp, 20 anos, foi declarada como morta, sendo que estava viva. Prestes a ser embalsamada no serviço funerário, os sinais vitais da mulher foram notados, segundo informações do advogado da família.

Como acordou com os lábios pálidos e com dificuldade para respirar, a família da jovem ligou para a polícia, às 7h30, do último sábado (22). Com a presença dos agentes policiais, a morte dela foi confirmada por um médico via atendimento remoto, às 8h. Diagnosticada com paralisia cerebral, a condição de saúde da jovem foi usada como justificativa pelo médico para não realizar a autópsia. O serviço funerário chegou à sua residência por volta das 11h30. Porém, na funerária, funcionários notaram que Timesha estava com os olhos abertos e respirando.

Em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (25), o advogado da família Geoffrey Fieger informou que “o agente funerário ligou para a família e ficou muito chateado com isso. Timesha acabou sendo levada às pressas para o Hospital Sinai-Grace, onde ela foi tratada desde então. Não há um diagnóstico específico no momento, [mas] entendemos que ela está em estado crítico”, explicou, segundo a People.

Para o veículo, Bill Mullan, porta-voz do Gabinete do Examinador Médico do Condado de Oakland, afirmou que o médico levou em consideração informações em tempo real, como incluindo batimentos cardíacos e respiração, para confirmar o suposto falecimento.

Ainda na coletiva, o advogado relatou que a madrinha de Timesha, que é enfermeira, avisou aos policiais sobre os sinais vitais ainda presentes na afilhada. “Ela indicou que viu Timesha respirando e sentiu que tinha pulso(…) Eles disseram a ela que não acreditavam que os movimentos fossem volitivos, mas sim involuntários por conta de medicamentos administrados a ela”, disse.

O corpo de bombeiros ainda afirmou que os protocolos e procedimentos foram apropriados. Entretanto, já há uma investigação interna para analisar o caso. Do outro lado, a família tenta se recuperar do trauma e pede orações pela recuperação de Timesha. “Estamos arrasados ​​com o que aconteceu. Gostaríamos que as pessoas continuassem a orar por Timesha e mantivessem em suas orações ”, disse Erica Lattimore, mãe da jovem, em um comunicado.

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