Motorista de Henrique e Juliano mata esposa grávida

Ela foi atingida por um tiro na nunca; crime aconteceu em Goiás

Denise Ferreira da Silva, 34 anos, grávida de 4 meses, foi agredida e morta pelo marido, Aginaldo Viríssimo Cuelho, 50, no condomínio onde morava, em Goiânia. O crime aconteceu durante a madrugada dessa segunda-feira (4), por volta das 3h da manhã.  Segundo a Polícia Civil, a vitima tentou fugir, mas acabou atingida por um disparo na nuca.

Denise e o marido, que trabalha como motorista da dupla Henrique & Juliano, não moravam juntos, mas ainda estavam casados. Aginaldo arrombou a porta da casa, discutiu com a esposa e ela, após ser agredida, tentou fugir, mas acabou morta.

A principal suspeita do delegado que assumiu o caso, Dannilo Proto, é que o crime tenha relação com o fato de que Denise queria se separar. “Não temos muita coisa concreta ainda, mas a suspeita é que ele não aceitava o fim do relacionamento”, afirma a delegado ao G1.

A vítima, que era de São Paulo, mudou-se para Goiânia há cerca de 5 anos e se casou com Aginaldo no ano passado. A tia da vítima, Idivonete Ferreira Martins, afirmou que o casal tinha um relacionamento conturbado e que o motorista era violento.

“Para nós, era uma tragédia anunciada. Ele já esteve em minha casa algumas vezes e a postura dele transparecia isso, de um cara violento. Eu já tinha falado para ela vender tudo e voltar para São Paulo. Ela falou que iria resolver tudo, mas a notícia da gravidez os reaproximou”, relata ao G1.

O suspeito trabalha como motorista do ônibus da dupla sertaneja Henrique e Juliano. De acordo com a assessoria da dupla, Aginaldo estava de folga quando o crime ocorreu. Aginaldo está preso.

Em nota oficial, a assessoria de imprensa da dupla afirmou que o suspeito não estava estava trabalhando no dia do homicídio. “Aginaldo Viríssimo trabalha como motorista do ônibus que transporta a equipe para os shows. Aproveitamos para afirmar que na data do incidente o funcionário gozava de folga e que nosso contato com o mesmo é estritamente profissional.”

Leia mais: Mais da metade das vítimas de estupro são crianças de até 13 anos