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Menina de 5 anos é morta a facadas no caminho da escola em Minas Gerais

O assassino sofre de esquizofrenia e diz que obedeceu a um comando de uma 'entidade'

Por Da Redação
31 out 2019, 13h12 • Atualizado em 31 out 2019, 13h12
 (Reprodução/G1)
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  • Foi enterrada hoje (31), a menina de 5 anos morta a facadas a caminho da escola, na manhã de quarta (30), em Betim, grande Belo Horizonte. Ieda Izabel Manoel Peres caminhava acompanhada da babá, Brenda Souza de Andrade, e do irmão de 7 anos, quando foi atacada por Moabe Edo Pinto Nogueira Souto, de 25 anos. O três estavam indo para o Centro Infantil Municipal Silvina Júlia de Carvalho, no bairro Vila Cristina, quando Moabe apareceu e golpeou Ieda pelas costas. Segundo a babá, após a primeira facada eles tentaram correr, mas a menina caiu e Moabe continuou o ataque. A babá ainda tentou proteger a criança tentando se colocar entre o agressor e Ieda, mas ele não parava. Segundo a perícia, a menina levou quatro facadas: uma nas costas e três no tórax. “Ele só dava facada nela e ria, dava risadas”, contou a babá.

    Segundo testemunhas, não houve tempo de reação para impedir o assassinato. Após o ataque, Moabe tentou fugir do local, mas foi impedido por populares, que tentaram linchá-lo. A família dele diz que o jovem tem esquizofrenia além de ter passagens pela polícia por tráfico de drogas. Desempregado, ele saiu da prisão há dois meses e apesar de estar com uma tornozeleira eletrônica, não era mais monitorado pela Justiça. Segundo a Polícia Militar, Moabe disse que o crime fez parte de um pacto com o diabo e que obedeceu as ordens de “uma entidade” para cometer o assassinato. Ele também admitiu ter passado a noite fumando crack, mas a família nega e diz que ele sofreu um surto psicótico porque a medicação que está tomando não está com a dosagem suficiente.

    O município de Betim decretou luto oficial e as aulas no Centro Infantil Municipal Silvina Júlia de Carvalho foram suspensas até segunda-feira (4). As investigações continuam, mas a polícia não acredita na versão da família, que apresentou receituário médico como prova da condição de Moabe. “Ainda é cedo, porque ele acaba de ser preso em flagrante, mas para a polícia, ele agiu de forma consciente e sabia o que estava fazendo, tanto que foi encaminhado para o presídio em Contagem,onde ficará à disposição da Justiça”, afirmou o delegado Olavo de Carvalho, em entrevista ao Estado de Minas.

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