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Juíza diz que saúde de João de Deus não exige transferência para hospital

Defesa do médium pede que ele seja mobilizado para hospital particular de Goiânia

Por Da Redação 4 jan 2019, 18h38

Após pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli ao Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) por informações da situação de saúde de João de Deus, juíza afirmou não haver qualquer variação no estado de saúde do médium que exija sua transferência do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO), onde ele está detido, para hospital particular.

A juíza responsável pelo ofício, enviado ao ministro do STF nesta sexta-feira (4), é Marli de Fátima Naves. Segundo ela, após o médium passar mal na penitenciária, ele recebeu atendimento e fez exames clínicos que detectaram a “discreta” presença de sangue em sua urina. 

O médico responsável recomendou o retorno do médium à unidade prisional e manutenção do acompanhamento ambulatorial que já vem sendo prestado, conforme apontou.

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A defesa do médium pediu que ele fosse atendido por um cardiologista e que fosse aceita sua transferência para um hospital particular de Goiânia. De acordo com a magistrada, o pedido de transferência não tem “indicação médica ou encaminhamento”.

Segundo os defensores, João de Deus sofre de dores fortes na região do abdômen e continua com sangramentos na urina. 

O médium foi denunciado pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) por violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável em 28 de dezembro. A denúncia será analisada pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) a partir de 7 de janeiro, quando termina o plantão judiciário.

*Com informações da Agência Brasil e do G1. 

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