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Atentado nos Estados Unidos deixa 11 mortos

Atirador invadiu sinagoga gritando que "judeus deveriam morrer". Trump nega que o crime tenha a ver com falta de políticas para controlar armas

Por Isabella D'Ercole - 27 out 2018, 19h19

Um atirador matou ao menos 11 pessoas em uma sinagoga em Pittsburgh, na Pensilvânia. Mais seis pessoas estão feridas, sendo quatro delas agentes chamados para conter a situação. Calcula-se que 100 pessoas estavam no local. O episódio aconteceu durante uma cerimônia para nomear um bebê em torno das 9 da manhã, em torno de 10 horas no horário de Brasília.

O atirador foi levado ao hospital. Identificado como Robert Bowers, 46 anos, ele entrou no local com um fuzil e três revólveres gritando “todos esses judeus têm que morrer”. Ao deixar o local, se deparou com um policial. Bowers já havia postado ataques antissemitas nas redes sociais e anunciou que “hoje era o dia de entrar”.

Dvulgação/Divulgação

O atentado está sendo tratado como crime de ódio, possivelmente o maior contra a comunidade judaica nos Estados Unidos, segundo especialistas. Uma investigação de órgão oficial declarou que, em 2017, os ataques a antissemitas cresceram 70%. O presidente Donald Trump condenou o ataque e disse que o antissemitismo deve ser confrontado. Entretanto, negou que o crime tivesse qualquer relação com a falta de políticas de controle de arma.

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