O significado do azul em “O Diabo Veste Prada” que muita gente não sabe
Um discurso icônico nas telas do cinema fez com que o público enxergasse o mundo da moda com mais clareza e admiração
Que o filme O Diabo Veste Prada marcou uma geração, nós já sabemos. Mas fato é que ele também mudou a forma como entendemos o universo da moda.
Tudo começa com um discurso icônico de Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep. No monólogo, a poderosa editora da revista Runaway critica o deboche de sua assistente Andy, vivida por Anne Hathaway, sobre as passarelas. Ela começa dizendo que o tom do suéter aparentemente comum que ela usou do dia de trabalho não foi escolhido por acaso.
E segue explicando que o tom cerúleo surgiu em coleções de alta-costura anos antes, foi adotado por grandes maisons e só depois chegou às lojas populares.
Esse foi um exemplo claro de como a moda funciona como um sistema interligado. E a cena se tornou uma das mais citadas quando o assunto é democratização fashion e influência cultural.
E o azul continua relevante?
A resposta é sim! O sucesso do tom não ficou apenas nas telas da TV. O cerúleo tem características que ajudam a explicar sua permanência: ele é vibrante sem ser chamativo e elegante sem parecer formal demais. Além disso, vai bem tanto em looks monocromáticos quanto como ponto de cor em produções neutras. Isso dialoga diretamente com o estilo contemporâneo, que valoriza versatilidade e sofisticação.
Com a volta de O Diabo Veste Prada, que estreia nos cinemas no dia 30 de abril, as atrizes reviveram o tom ao aparecerem com o mesmo suéter em entrevistas de divulgação do lançamento.
Abaixo, confira inspirações de como usar a cor:
No blazer
Monocromático
No jeans
Na calça
No casaco
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