A moda country de Araguaia

Inspire-se nas peças com pegada country que são sucesso na novela da Globo

A mistura do country + cosmopolita é o segredo do sucesso do figurino de Araguaia, principalmente nos looks de Amélia (Júlia Lemmertz) e Manuela (Milena Toscano). Segundo Emília Duncan e Tatiana Rodrigues, figurinistas da trama, essa combinação do rural e do urbano deu o tom das roupas de todos os personagens.

A moda country de Araguaia

Manuela (Milena Toscano) apresenta um estilo country-fashion
Foto: Divulgação/ Rede Globo

Veterinária de animais de grande porte, Manuela usa muito jeans e xadrez, mas com cintos de qualidade, relógios, coletes e casacos de couro de grife. “Por fazer parte da elite econômica goiana, a personagem ganhou um visual country-fashion”, conta Tatiana. Um dos itens mais pedidos da novela é o colar com pingente de cavalo, do designer Alfredo Grosso. Ficou interessada? Anota aí: o contato pode ser feito pelo telefone (21) 3579-1456.

A moda country de Araguaia

Júlia Lemmertz e Mariana Rios estão no ar em “Araguaia”
Foto: Divulgação/ Rede Globo

A sofisticada Amélia aposta em um estilo mais country-chique, com looks de tons bege, cáqui, marrom e verde-oliva. Botas e cintos de couro são elegantemente combinados com lenços e chapéus. “Júlia empresta sua elegância natural à personagem e a mistura de cores das roupas é harmônica”, afirma Emília.

Já Nancy, interpretada por Mariana Rios, é uma menina do campo que quer ser da cidade. Por isso, a predileção por jeans com elastano, acessórios exagerados e brincos coloridos.

A moda country de Araguaia

Estela (Cleo Pires) prefere peças em tons claros de bege e rosa
Foto: Divulgação/ Rede Globo

A criação do visual de Estela (Cleo Pires) foi um desafio para as figurinistas, afinal, a moça é do grande centro, mas com origens indígenas. “A renda foi a grande solução encontrada para construir o guarda-roupa da Estela. É um material feminino, contemporâneo e rural, que ao mesmo tempo em que cobre, desnuda, e parece uma tatuagem, remetendo ao grafismo indígena feito na pele e à poesia do índio que vem do nu, mas se veste”, descreve Emília Duncan.