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A leveza no horário das 18h

A nova novela 'Sete Vidas' tem cenas lindas, que deixam o telespectador sem ar com tanto esplendor

Por Xênia Bier (colunista) Atualizado em 22 jan 2020, 00h43 - Publicado em 1 abr 2015, 08h00

Gente, estou encantada com a novela Sete Vidas, da Rede Globo, que substituiu a chatíssima Boogie Oogie. Ô novela ruim, morna, burocrática! Todos os atores em diapasão. Certinhos e chatinhos. O único destaque foi Giulia Gam, Carlota. E, assim mesmo, no fim da novela estávamos cansados. Nós, e ela!

Mas voltemos à Sete Vidas. A autora, Lícia Manzo, tem um olhar abrangente, está antenada com os mistérios da vida. Ao mesmo tempo, com os pés no chão, na realidade que nos é mostrada. Curioso como o olhar do repórter difere do olhar do artista. Já assisti a não sei quantas reportagens sobre a Antártida. Bonita, sim, porém com objetividade do jornalista. Agora, nesta novela, é o olhar do diretor de fotografia que faz a diferença. Por favor, não me entenda errado, como estar eu sugerindo a falta de sensibilidade do jornalista. A função dele é ser objetivo, e a do diretor é encantar!

Gente, eu fico parada, agradecida a Deus por tanta beleza. As geleiras de um branco levemente azulado, uma paz… Parece a morada dos anjos.

Parabéns a Jayme Monjardim pela direção artística e ao diretor de fotografia Alexandre Berra, responsável pelas cenas. Voltarei ao assunto, pois essa novela vai dar o que falar. Por hora, para encerrar, Débora Bloch, como Lígia, e Domingos Montagner, como Miguel, formam um par perfeito. O mesmo acontece com Jayme Matarazzo, como Pedro, e Isabelle Drummond, que interpreta Júlia. Pode ser que eu me engane, mas essa novela vai bombar.

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