A influência da princesa Margaret no horóscopo moderno

Pouco após o nascimento da irmã caçula da rainha, as previsões diárias se tornaram uma febre

Você é dessas que confere diariamente o horóscopo todas as manhãs? Ou prefere olhar as previsões mensais para seu signo? Pois saiba que este hábito pode ter sido influenciado por uma integrante da realeza britânica. É o que diz o Washington Post.

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Tudo começou quando a princesa Margaret, irmã da rainha Elizabeth, nasceu, lá em 21 de agosto de 1930. Três dias após a caçula do rei George VI vir ao mundo, uma coluna foi publicada no jornal The Sunday Express, na qual o astrólogo R.H. Naylor dizia o que as estrelas reservavam para a nova princesa.

“Todos estão interessados no futuro. Poderá ele ser ditado pelas estrelas?”, escreveu ele, alertando que “eventos de tremenda importância para a família real e a nação” ocorreria no sétimo aniversário de Margaret. De fato, quando a princesa tinha seis anos – ou seja, bem perto ao período previsto – o rei Edward VIII abdicou o trono para se casar com Wallis Simpson, tornando George o novo rei e, consequentemente, Elizabeth a futura rainha.

Com a concretização das previsões, Naylor ganhou status de celebridade da astrologia e se iniciou uma obsessão geral pelo que estaria previsto para cada signo. O astrólogo conquistou um espaço fixo no jornal Oprah Magazine, no qual recebia cerca de 28 mil cartas diariamente. Sem conseguir responder a todas, Naylor passou a simplificar a leitura dos mapas.

“Ele dividiu um trânsito de 360 graus em 12 zonas, cada uma medindo 30 graus. Então nomeou cada uma das zonas a partir de uma diferente constelação celeste e ofereceu blocos de previsões para cada signo solar”, escreveu Craig Brown, biógrafo da princesa Margaret. A simplificação revolucionou a prática e é utilizada até hoje nas publicações de astrologia.

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