Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: Claudia por apenas 7,99

50 anos de novelas – Capítulo 8

Quem matou? Quem vai morrer? Quem explodiu o shopping? Os segredos que garantem a audiência do próximo capítulo

Por Redação M de Mulher
2 dez 2013, 21h00 • Atualizado em 15 jan 2020, 11h13
Divulgação (/)
Continua após publicidade
  • Beatriz Segall na clássica cena da morte de Odete Roitman em Vale Tudo
    Foto: Divulgação

    Nem só de romance vive a novela. Os segredos também são um importante ingrediente para que um capítulo puxe outro até o fim. Quando escreveu Os Fantoches (TV Excelsior, 1967), Ivani Ribeiro inovou ao situar toda a sua trama em um hotel, onde os personagens eram levados pelo dono, Aníbal (Átila Iório), que queria punir os inimigos e beneficiar os amigos em um jogo recheado de mistérios. Com um elenco estelar – Regina Duarte, 66, Paulo Goulart, 80, Nicette Bruno, 80, e Dina Sfat, entre outros -, a novela deu certo e o suspense passou a criar marcos na teledramaturgia.

    Em meio às inovações apresentadas pelas novelas das 10 da Globo nos anos 70, Bráulio Pedroso foi mais radical do que Ivani com O Rebu (1974), uma trama que se passava em dois dias e, de antemão, o público sabia que havia um crime, mas desconhecia até o fim quem morreu e quem matou. Só no último capítulo ficou esclarecido que a vítima era Sílvia (Bete Mendes, 63). E o assassino era o anfitrião, Conrad Mahler (Ziembinski), que a eliminou por ciúme, já que ela namorava seu protegido, Cauê (Buza Ferraz).
    Continua após a publicidade
     
    A pergunta “quem matou?”, aliás, foi introduzida por Janete Clair em Véu de Noiva (Globo, 1969), por pura necessidade. É que Geraldo Del Rey rescindiu seu contrato com a emissora com a novela no ar. Restou à autora matar seu personagem, Luciano, mas só revelou que Rita (Ana Ariel) era a assassina no final.
     
    Oito anos depois, Janete assumiu o suspense e criou um dos “quem matou?” mais famosos da teledramaturgia, em O Astro (Globo, 1977). No capítulo 42, Salomão Hayala (Dionísio Azevedo) foi misteriosamente assassinado e só no fim foi revelado o culpado: Felipe (Edwin Luisi, 66). Na segunda versão da trama, de 2011, os autores, Alcides Nogueira, 63, e Geraldo Carneiro, 60, mudaram o final, e a mulher de Salomão, Clô (Regina Duarte), assumiu o crime.
    Continua após a publicidade
     
    Mas nada se compara à morte de Odete Roitman (Beatriz Segall, 86) em Vale Tudo (Globo, 1988), que provocou uma onda de apostas para descobrir quem era o assassino. O novelista, Gilberto Braga, 66, surpreendeu ao revelar Leila (Cássia Kis Magro, 55) como a autora do crime.
    50 anos de novelas – Capítulo 8
    Continua após a publicidade

    Cecil Thiré, com Yoná Magalhães, interpretou o assassino em A Próxima Vítima
    Foto:Divulgação

    Sempre flertando com o suspense, Silvio de Abreu, 70, escreveu A Próxima Vítima (Globo, 1995), uma trama com crimes em série em que grande parte dos personagens era suspeita e não se sabia quem seria o próximo a morrer. Na primeira exibição, Adalberto (Cecil Thiré, 69) terminou como o assassino. Na reexibição, a culpa ficou com Ulisses (Otávio Augusto, 68) para que o mistério fosse mantido. Em sua novela seguinte, Torre de Babel (Globo, 1998), Silvio fez um shopping ir para os ares e criou a pergunta “quem explodiu?”. Para a surpresa do público, a autora do crime era Sandrinha (Adriana Esteves, 43). Na próxima edição, mais história da teledramaturgia brasileira. O tema? Segredo. Até lá.
    Continua após a publicidade

     

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    Moda, beleza, autoconhecimento, mais de 11 mil receitas testadas e aprovadas, previsões diárias, semanais e mensais de astrologia!
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba Claudia impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.