CLIQUE E ASSINE A PARTIR R$ 6,90/MÊS

Filme “Mulheres Iluminando o Mundo” mostra sonhos e conquistas femininas

Com estreia nesta quinta-feira (28), a produção conta a história de oito mulheres brasileiras de diversas regiões do país

Por Nathalie Silva (colaboradora) Atualizado em 28 out 2021, 14h03 - Publicado em 27 out 2021, 20h40

O filme Mulheres Iluminando o Mundo, do Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas, com apoio da ONU Mulheres e Rede Brasil do Pacto Global da ONU, estreia nesta quinta-feira (28), às 18h30. De regiões distintas do país, oito mulheres contam suas próprias histórias, que são exemplos do protagonismo feminino na sociedade.

A estreia do filme também celebra a inauguração do Canal Manas, da InnSaei TV, plataforma de streaming carinhosamente chamada de “Casa dos Festivais”.

Veja também: Raquel Virginia cria empresa para mudar o mercado de trabalho

Depois do lançamento, ainda terá um bate-papo com Gisela Arantes, diretora e roteirista do longa, Tayná Leite, consultora da ONU Mulheres, Miriam Monteiro, presidente da Aliança Internacional das Mulheres do Café, Sandra Benites Guarani, curadora adjunta do Masp com a mediação de Adriana Carvalho, CEO da Generation Brasil. Tanto a conversa como a estreia acontecerão online para todo público no site da InnSaei TV (clique aqui para acompanhar).

Há cinco anos envolvida no projeto Iluminando o Mundo, do Ministério do Turismo e Governo Federal, Gisela conta qual foi seu maior intuito com a produção do filme.

Continua após a publicidade

“Meu principal objetivo foi o de realmente dar voz às mulheres. Iluminar histórias de conquistas e sonhos de mulheres que venceram preconceitos, discriminação e todo tipo e violência”, diz. “Enfim, valoriza o protagonismo feminino, que vai além da vitória pessoal, e traduz também o anseio de outras mulheres, servindo como referência e ponto de identificação”, aponta.

Ela ainda conta como foi feita a seleção de mulheres para participar do documentário. “Nesse sentido, a escolha foi por depoentes que são pioneiras e ocupam áreas tradicionalmente masculinas. Reconhecendo em suas trajetórias, a liderança necessária para impulsionar a sociedade de uma forma diferente”, explica. 

Gisela também diz o que espera que a produção cause em quem assista. “Acredito que a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, assim como a equidade que também é abordada no filme, são preponderantes para chegarmos ao compromisso dos direitos de todos, transformando as relações sociais e econômicas, com valores de esperança e humanidade”, esperança. 

Continua após a publicidade

Publicidade