Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês

Festival exibe curta-metragens de cineastas africanos contemporâneos

Em sessões para assistir em casa, as produções abrem janelas para as transformações do continente

Por Letícia Paiva Atualizado em 11 ago 2020, 14h59 - Publicado em 16 ago 2020, 16h00

Nascida na França e com origens familiares em Burkina Faso, na África Ocidental, a jornalista Claire Diao é uma das curadoras da 31ª edição do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, que acontece pela primeira vez online. Ela escolheu as 13 produções que compõem o programa Novas Áfricas. São filmes de cineastas do Congo, Líbia, Marrocos, Quênia e Senegal, entre outros. Gravados de 2017 a 2019, os curtas apresentam diferentes facetas do continente na contemporaneidade.

Cena de Nunca Olhe para o Sol, dirigido por Baloji e que está na programação do festival Reprodução do filme/Divulgação

As obras poderão ser acessadas gratuitamente pelo público do Brasil todo de 20 a 30 de agosto. Mais informações e a programação estão disponíveis no site do evento.

Cena de Mama Bobo, da senegalesa Ibrahima Seydi e do belga Robin Andelfnger Reprodução do filme/Divulgação

 

  • Publicidade