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Denise Steiner

Por DERMATOLOGIA Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A médica Denise Steiner é dermatologista, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia e doutora pela Unicamp

Novidades sobre o melasma

O melasma não é somente uma mancha, mas sim um processo que deixa a pele escura e envelhecida

Por Denise Steiner
14 out 2022, 08h58 •
melasma
Melasma é uma mancha marrom sem delimitação, que aparece no rosto sem avermelhamento ou coceira.  (foto/Getty Images)
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  • O melasma é uma mancha acastanhada que compromete preferencialmente o rosto de mulheres jovens. Há muitas novidades sobre essa discromia, tais como não ser somente uma mancha, mas sim um processo que deixa a pele escura e envelhecida. Vamos ficar por dentro delas?

    A pele do melasma tem muitas alterações semelhantes àquelas que aparecem numa pele foto envelhecida. Algumas camadas da pele estão destruídas, havendo degeneração da membrana que separa a epiderme da derme. As fibras de colágeno e elastina estão modificadas e em menor quantidade com perda da sua função. Os vasos estão dilatados e complacentes, deixando a área avermelhada. O melasma tem alterações vasculares importantes com graus de inflamação variáveis. Não adianta tratar somente com clareador, mas também precisamos reverter o envelhecimento e a inflamação.

    A descoberta que a luz visível é aquela que provoca manchas na pele configura outra grande novidade no conhecimento sobre o assunto. A luz visível faz parte da radiação solar (40%) e não existe um filtro solar específico para proteger desta luz. Por essa razão, o protetor solar para o melasma deve ser colorido, pois o pigmento vai proteger dessa radiação.

    Hoje, para o tratamento do melasma, existem vários clareadores contendo ativos novos e eficazes como: cisteamina, tiamidol, metformina, metimazol, melatonina, entre outros. Esses novos clareadores podem ser usados em combinação. Eles são menos irritativos que a hidroquinona.

    Outra novidade sobre o tratamento do melasma é que um produto com cisteamina foi incrementado com novos ativos, potencializando sua ação clareadora. Outra questão relevante e atual é que o paciente precisa ser visto de forma abrangente e integrativa. São necessários exames gerais que avaliem seu metabolismo, níveis hormonais, além daqueles importantes para checar sua saúde como um todo.

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    Ele tem inúmeras possibilidades de tratamento como peelings, laser, microagulhamento, entre outros. Novidades no tratamento do melasma são: bioestimulação com hidroxiapatita de cálcio e ácido polilático, fios de PDO, ácido hialurônico híbrido e também plasma rico em plaquetas (PRP). Todos esses tratamentos visam melhorar a qualidade da pele revertendo o grau de envelhecimento precoce. São tratamentos que estimulam as fibras de colágeno e elastina, e também modulam a inflamação. pelo sol (fotoenvelhecimento).

    Mulheres com resistência a insulina, pressão alta, doenças da tireoide, ovário policístico, endometriose, entre outras, precisam tratar essas comorbidades para que possam melhorar do melasma. Alimentos inflamatórios como carboidratos, glúten, e produtos lácteos pioram o melasma e devem ser reduzidos.

    Hoje o segredo para termos sucesso no tratamento do melasma é uma avaliação holística e tratamentos combinados com um excelente skin care.

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