Casei com um estranho
A vida após os 60 anos pode ser uma montanha russa. Pra quem fica
Na maturidade ouço muitos casos. Bizarros, diria de muitos. Recentemente, uma amiga me disse que seu marido, super companheiro há mais de 30 anos, na sala de jantar disse na cara dela: “Não sou feliz com você”. Arrumou as malas e saiu para nunca mais voltar.
Um advogado se faz de mediador e aquele afeto (?), existente até a semana anterior, babou. Como assim não era feliz? Ficou trinta, eu disse trinta anos, com a pessoa, teve filhos, viajou, comprou casa, tinha conta conjunta, fazia planos e tudo ruiu? Não se trata de um caso patológico. Virou moda.
Não sei se foi a pandemia, não tenho certeza (nem ela) se o cara tem filial, eu digo, outra mulher por aí. Não sei se rolou alguma coisa como uma doença grave ou qualquer outra manifestação que tenha feito essa pessoa abandonar uma vida. Uma não. Várias. O impacto na vida dos filhos, dos amigos em comum, dos vizinhos e até dos cachorros é imenso. O cara sumiu.
Juro que não entendo esse modus operandi. Lembrando que não houve uma conversa longa. A pessoa falou que não estava feliz e partiu. A maturidade parece o palco para essas rupturas. Mais velhos, costumamos dizer que ficamos medrosos, mas muitos não. Ganham a coragem que o finito lhes mostra. A vida após os 60 anos pode ser uma montanha russa. Pra quem fica. E aí? Já pensou em jogar tudo pro alto?
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