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Acerte na hora de bater o martelo

Em leilões é possível arrematar ótimos imóveis por menos da metade do preço de mercado! Aprenda como fazer um bom negócio e não caia em ciladas

Por Redação M de Mulher Atualizado em 21 jan 2020, 13h00 - Publicado em 26 out 2008, 21h00
Batendo o martelo

Quem dá mais? Você dá mais?
Foto: Divulgação

Conheça como funciona um leilão, os prós e contras.

Quem pode participar de leilões?
Qualquer pessoa acima de 18 anos, com o CPF regular e RG.

Qual a vantagem de adquirir um imóvel via leilão?
Encontrar excelentes moradias com mais de 50% de desconto se comparados aos preços do mercado imobiliário.

Quem são os donos e por que é tão barato?
“São propriedades de financiamentos habitacionais em que o mutuário não quitou as prestações e se tornou inadimplente com o banco. 

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Este, por sua vez, retoma o imóvel e coloca-o em leilão normalmente pelo preço da dívida – por isto é tão barato”, explica Amauri Bellini, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).

Como saber se estou fazendo um bom negócio?
Faça uma pesquisa no mercado imobiliário da região e veja quais são os preços cobrados geralmente. Se no leilão a propriedade estiver com um lance mínimo bem abaixo do valor encontrado, é sinal de bom negócio. 

Por isso, quando a concorrência pelo imóvel no leilão for grande, tome cuidado para não se empolgar e, no calor do momento, dar lances maiores que o do mercado ou de quantias que você não tem.

Quais cuidados eu devo ter antes de bater o martelo?
O primeiro passo é ler com atenção o edital do imóvel divulgado pelo banco. Nele você encontra todas as informações sobre a propriedade, como o valor do lance mínimo, se a casa está ocupada, se existe irregularidade na escritura ou algum processo na Justiça.

“A pessoa também deve visitar o imóvel, descobrir quem foi seu proprietário e se ele não está acionando o banco para discutir a situação da propriedade. Você também pode tirar no cartório a certidão de matrícula do imóvel, em que descreve todas as informações do lugar”, diz Bellini.

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