Sim, só se fala nelas. A Bolsonaro e a Obama. Curiosamente ambas primeiras-damas. A primeira, branca, simples, evangélica, versada em libras (a linguagem dos surdos). A segunda negra, protestante, também de origem simples, advogada, autora do best-seller “Minha História” (Editora Objetiva).
Na posse do mito (ops!), não parei de pensar nas duas, na contribuição feminina de cada uma. Não sei se estou envolvida com o livro da sra. Obama, aliás ótima leitura, ou se fiquei siderada pelo jeito “chegando pra ficar” da sra. Bolsonaro. Gosto das duas.
A brasileira me inspira alguma dúvida, mas me surpreendeu o protagonismo que teve na posse. Do vestido ao discurso, gostei de tudo. Não me pareceu empoeirada ou apagada, muito pelo contrário: ainda vamos ouvir falar muito dessa brasiliense de Ceilândia. Já a Michelle gringa é de um brilho que já ofuscava mundialmente, mas que no livro fica claríssima a sua obstinação em tudo o que faz. Presentismo, ousadia, uma certa dose de rebeldia. É um recado para todas aquelas que têm oportunidades raras e as agarram com força.
Espero que nenhuma das duas solte a mão de ninguém, afinal meu lema é “Mulheres acima de tudo, Deusas acima dos preconceitos”. Michelles , yes we can!
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