Corretora desaparecida: entenda o desfecho do caso em Caldas Novas
O corpo de Daiane Alves foi encontrado na última madrugrada, após mais de 40 dias desaparecido em Goiás
Na manhã desta quarta-feira (28), o Brasil acordou com a notícia de que o corpo da corretora Daiane Alves Souza foi encontrado. Desaparecida desde dezembro, a história que despertou curiosidade em todo o país se aproxima de uma resolução após o síndico do condomínio onde ela morava confessar o crime e indicar à polícia o local onde a vítima estava.
A seguir, entenda o caso.
O desaparecimento
No dia 17 de dezembro de 2025, Daiane desapareceu após descer ao subsolo do prédio em que morava, em Caldas Novas (GO). As últimas imagens dela foram registradas dentro do elevador.
Antes de sumir, ela enviou um vídeo para uma amiga mostrando que a energia do apartamento havia sido cortada. A mãe da vítima, Nilse Alves Pontes, afirma que o corte estaria ligado a uma rixa com o síndico do prédio. Segundo imagens, o trajeto até a garagem também estaria sendo gravado, mas o vídeo nunca chegou a ser enviado.
Inicialmente, as circunstâncias indicavam que Daiane poderia ter saído do condomínio por conta própria. Além disso, um corte de alguns minutos nos registros das câmeras dificultava a confirmação do que aconteceu.
No entanto, a família estranhou alguns detalhes: a vítima teria deixado a porta do apartamento destrancada e, quando Nilse chegou, a porta já estava trancada. Além disso, Daiane não levou pertences pessoais.
Em 16 de janeiro, o caso deixou de ser tratado como desaparecimento e passou a ser investigado como homicídio.
As brigas com o síndico
Antes do desaparecimento, Daiane e o síndico Cléber Rosa de Oliveira travavam uma disputa que já somava 12 denúncias na Justiça. Segundo depoimentos, os dois administravam apartamentos de aluguel no mesmo condomínio, o que teria intensificado os conflitos.
A mãe de Daiane afirma que cortes de energia e água em imóveis alugados pela família eram frequentes, aumentando ainda mais as discussões. Um dos processos envolve denúncia de agressão atribuída a Cléber.
No segundo semestre de 2025, ele também teria organizado uma assembleia para tentar expulsá-la do condomínio.
O desfecho do caso
Na madrugada do dia 28 de janeiro de 2026, o síndico e o filho foram presos sob suspeita de envolvimento no assassinato de Daiane. Em depoimento, Cléber confessou a autoria do crime e conduziu a polícia até o local onde o corpo foi deixado: uma área de mata a cerca de 15 quilômetros do prédio.
O filho também é apontado como suspeito de ter ajudado o pai no crime.
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