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O bilionário da cashmere é o patrão que você gostaria de ter

O italiano encerra o dia à 17h30 e proíbe e-mails e telefonemas de trabalho após o horário comercial

Por redação estilo Atualizado em 20 jan 2020, 08h43 - Publicado em 14 ago 2017, 13h08

Brunello Cucinelli começou o seu negócio de cashmere com apenas 2 funcionários em 1978 e comanda uma das marcas mais rentáveis da moda italiana, a Brunello Cucinelli. A peça-chava de suas coleções são os pulôveres de cashmere, fabricados artesanalmente e vendidos por mil euros, cada.

Segundo a reportagem da Exame, a Brunello Cucinelli fatura 450 milhões de euros e cresce 10% ao ano. Na contramão das empresas que faturam com o uso de funcionários que trabalham em analogia ao trabalho escravo, Brunello encerra o expediente às 17h30 para ele e também para seus empregados, sem marcar ponto, sem horas extras e sem e-mails e telefonemas fora do horário comercial. Além do “salário ambiente”, o empresário paga 20% a mais que a média do seu setor. No site da empresa, lê-se a frase: “O grande sonho da minha vida sempre foi trabalhar para a dignidade moral e econômica do ser humano”.

Os benefícios se estendem à cultura. Há um ano, o italiano criou o bolsa cultura e reembolsou a compra de livros, ingressos de cinema, teatros, museus em 500 euros para soletirxs e mil euros para os casadxs. “A cultura é o fundamento da criatividade, e a criatividade é fundamental para nós”, justifica.

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