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Marcha das Mulheres vai reunir cerca de 200 mil pessoas nos EUA

A ideia da "Women's March on Washington" surgiu logo após a eleição de Donald Trump e também vai rolar em outras cidades do mundo.

Por Giovana Feix Atualizado em 20 jan 2020, 22h32 - Publicado em 19 jan 2017, 16h54

Logo depois que Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos, em novembro de 2016, uma vovó havaiana chamada Teresa Shook plantou a ~sementinha~ da “Women’s March on Washington“. As atuais organizadoras prevêem que a marcha em questão reúna em torno de 200 mil pessoas na capital norte-americana.

Spencer Platt/Equipa/Getty Images

Tudo começou quando Shook sugeriu, através de um evento no Facebook, que as norte-americanas demonstrassem sua indignação em relação ao novo presidente do país. Quando ela foi dormir, segundo a revista New Yorker, 40 pessoas haviam confirmado presença. Quando acordou – surpresa! -, eram mais de 10 mil os interessados.

A data para a qual a marcha foi marcada cai no próximo sábado, dia 21 de janeiro – um dia depois da posse de Trump. “Vamos fazer isso logo no primeiro dia da presidência, porque queremos deixar uma mensagem”, conta Breanne Butler, uma das organizadoras, ao New York Times. “Nós estamos aqui, nós estamos de olho. E, além disso”, diz, irônica, “seja bem vindo à Casa Branca”.

Spencer Platt/Equipa/Getty Images

A marcha vai receber de braços abertos mulheres e homens – de todas as idades, raças, orientações sexuais e nacionalidades. Além das mulheres, eles também vão defender todos que foram hostilizados durante a campanha e o seguirão sendo durante presidência Trump.

Estão confirmadas no evento várias celebridades e personalidades influentes, como as atrizes Uzo Aduba e Danielle Brooks, de Orange is the New Black, America Ferrera, Scarlett Johansson e Julianne Moore. Além disso, a cantora Fiona Apple compôs uma canção que já está sendo adotada como “hino” para que as protestantes cantem no dia:

Algumas manifestações “irmãs”, como o site da Women’s March denomina, vão acontecer ao redor do mundo. É o caso de cidades como Lima, no Peru, Copenhague, na Dinamarca, e também no Rio de Janeiro.

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