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Itália está prestes a aprovar lei da licença menstrual remunerada

Depois de países como Japão e Coréia do Sul, a Itália pode ser o primeiro país ocidental a aderir a essa ideia. O que você acha?

Por Giovana Feix - Atualizado em 20 jan 2020, 17h14 - Publicado em 30 mar 2017, 12h27

É desde o século passado, em 1947, que o Japão oferece a suas mulheres uma licença especial (e paga!) para quando elas estão sofrendo com os sintomas terríveis da menstruação. Desde então, a medida foi adotada em outros países asiáticos – como a Coréia do Sul, o Taiwan e a Indonésia -, e, agora, ela pode estar prestes a ser aprovada pela primeira vez em um país ocidental: a Itália.

As opiniões no país a respeito estão bastante divididas por enquanto. Se há quem diga que a medida é extremamente progressista e vai ser ótima para as mulheres, já existem pessoas alegando que a licença seria capaz pode diminuir ainda mais as chances de mulheres serem contratadas em muitas empresas. É o que defende a jornalista Lorenza Pleuteri, por exemplo, na revista italiana Donna Moderna.

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Apesar de o Japão ter sido pioneiro neste tipo de lei, um levantamento feito pelo The Guardian em 2016 demonstrou que grande parte das mulheres não aproveitam esse direito no país. Elas têm medo de revelar dados pessoais (como seus ciclos) aos colegas de trabalho.

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Há quem defenda, também, que a licença dá força ao argumento de que as mulheres ficam “emotivas demais” para serem levadas a sério durante a menstruação.

E você, o que acha sobre essa ideia?

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