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Existe algum benefício nos jogos violentos?

O educador Luca Rischbieter explica por que os jogos e brincadeiras considerados agressivos ajudam a criançada a se desenvolver

Por Redação M de Mulher Atualizado em 16 jan 2020, 16h55 - Publicado em 7 fev 2012, 21h00

Deixe o pequeno “brincar” de lutinha e piratas
Foto: Getty Images

Jogos e brincadeiras considerados agressivos ajudam a criançada a se desenvolver. O educador Luca Rischbieter explica o porquê. Confira:

1. Ensinam a diferença entre brincadeira e realidade

Nos jogos (e só neles!), pode-se morrer e ressuscitar à vontade.

2. Facilitam que a criança entenda os episódios de violência

Fazer de conta que se está em uma situação terrível reduz o impacto dela.

3. Ajudam a digerir experiências emocionais fortes

Não há maneira melhor de descarregar sentimentos como frustração e raiva.

4. Evitam a agressividade reprimida

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Uma hora ela explodirá e, quanto mais tempo demorar, pior será.

5. Deixam as crianças mais relaxadas

Um estudo inglês comprovou que meninos e meninas que se divertiam com armas de brinquedo no recreio ficavam mais tranquilos durante a aula.

Alerta às mães!

Use o bom-senso para analisar se as brincadeiras agressivas estão tomando tempo demais na rotina das crianças. O ideal é que o pequeno demonstre vontade de se divertir de outras formas também – andando de bicicleta, lendo, praticando esportes e atividades ao ar livre.

3 dicas para brincar

Em apartamento

Soldadinhos de plástico e bonecos de super-heróis são uma boa opção, porque cabem em qualquer cama e não fazem barulho.

Em casa

Luta de espada exige um espaço maior, a menos que você não se importe de ter um vaso destruído sem querer. Já a guerra de pistolas d´água é recomendada para casas com quintal (e sempre nos dias quentes, claro).

Na escola

“Polícia e ladrão” é uma atividade que combina muito mais com pátio ou quadra esportiva. Quanto mais gente participando, aliás, mais divertida fica a brincadeira.
 

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