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Ela teve que amputar uma perna, mas não desistiu de ser bailarina

E graças a uma cirurgia chamada de plastia de rotação, a americana Gabi Shull voltou a dançar. Conheça essa história inspiradora!

Por Júlia Warken
Atualizado em 21 jan 2020, 05h24 - Publicado em 6 set 2016, 17h42

A americana Gabi Shull tinha apenas 9 anos quando descobriu que portava um grave câncer nos ossos. O choque foi enorme e o diagnóstico não era nada animador: ela teria que amputar a perna direita. A menina já praticava balé na época, e se desesperou ao pensar que nunca mais conseguiria dançar. Mas graças a uma cirurgia inovadora, Gabi não precisou abandonar esse sonho.

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Tomorrow is the first day of September, which is childhood cancer awareness month. 5 years ago I fought cancer and survived, but many kids do not. Even though I lost my leg and have many side effects to this day, I did not lose my life, and would consider myself very lucky. Sometimes kids will run out of treatment options, or even die because of the chemo itself since it is so toxic. This is because of the lack of funding and awareness for childhood cancer. The national cancer institute has billions of dollars for cancer research, but less than 4% of that money is set aside for childhood cancer research. 4% is not enough, and this needs to change. Awareness leads to funding. Funding leads to research, and research leads to a cure. So, lets show support for ALL kids battling cancer!! #gogold 🎗

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O tumor da menina estava localizado no joelho e ela pôde recorrer a um procedimento chamado plastia de rotação. Sua perna foi amputada acima do joelho e a parte inferior do membro foi reconectada à coxa, na posição invertida. Assim, o pé dela agora funciona como joelho, com a ajuda de uma prótese especial para amputados desse tipo.

Fica mais fácil entender assistindo a esse vídeo. Mesmo que ela explique em inglês, as imagens mostram perfeitamente como é o resultado da plastia de rotação:

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“Depois que tive a perna amputada, a prioridade era andar outra vez e sair da cama do hospital. Mas, o que me motivou a andar foi o pensamento de dançar de novo, porque eu apenas queria dançar”, contou a garota em entrevista ao HuffPost UK.

Como qualquer criança que se depara com uma experiência dessas, Gabi passou por momentos muito difíceis na recuperação. E ela não tinha certeza de que conseguiria realmente voltar ao balé. “Cerca de 12 cirurgias de plastia de rotação são realizadas por ano nos Estados Unidos. Não se trata de um procedimento comum,” disse a mãe da garota, Debbie Shull. Mas, segundo ela, dentre todas as operações possíveis, essa era a que apresentava maiores chances de que a garota voltasse a ter mobilidade.

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Happy Friday!!:-)

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Depois de um ano de recuperação e muito treino, Gabi finalmente conseguiu dar os primeiros passos sozinha. Hoje, aos 14 anos, a garota é bailarina e cheerleader, além de ser porta voz da ONG The Truth 365, instituição focada no combate ao câncer infantil. E como fica muito claro em seus posts no Instagram, ela vive como qualquer adolescente de sua idade. O que também inclui ter planos para o futuro.

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5 years cancer free today!!!!

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“Quando eu for mais velha, gostaria de me especializar em pediatria na faculdade ou trabalhar como enfermeira ou cientista para ajudar a encontrar a cura do câncer. Se sou capaz de vencer o câncer, viver com uma perna protética e aprender tudo de novo, então acredito que posso fazer qualquer coisa”. A gente não tem a menor dúvida, sua linda!

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