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Como controlar os pedidos de compras dos filhos no Natal

Nessa época do ano, é fatal: a garotada fica ainda mais consumista. Saiba os limites para agradar os filhos sem exageros

Por Redação M de Mulher Atualizado em 17 jan 2020, 09h03 - Publicado em 11 dez 2011, 21h00

Dê limites de consumo para seus filhos desde cedo, agradando-os na medida certa
Foto: Getty Images

Fim do ano chegando e as crianças ficam alvoroçadas! “Eu quero uma boneca, um carrinho, um videogame”, pedem. Enfim, querem tudo o que as propagandas de TV mostram. Como agir? Mesmo endividada você compra o que seu filho quer? O segredo é sempre estabelecer limites – para você e para eles. A psicóloga Andreia Calçada dá algumas dicas para lhe ajudar nestas horas:

. Antes de sair de casa, converse com a criança e combine o passeio. Diga coisas como: “Hoje vamos comprar presente para o seu primo que faz aniversário, não para você”.

. Explique que dinheiro não nasce em árvore e que temos que trabalhar para conseguir as coisas.

. Seja o exemplo. Não vá combinar com ele antes de sair de casa que vocês não vão comprar nada, para depois sair de uma loja de roupas cheia de sacolas para você.

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. Faça mais passeios ao ar livre com ele. E deixe a criança mais atenta a outras coisas do que à TV.

. Frustre a criança de vez em quando, pois ela tem que aprender que na vida também haverá outras frustrações futuras.

. Deu acesso de birra? Deixe chorar, não compre só porque ela está esperneando! Se você ceder, só reforçará esse comportamento.

Como ensinar os filhos a lidarem com o consumo?

Estipule regras para o consumo do seu filho. Compre um cofrinho para que ele aprenda o valor do dinheiro e a importância de se economizar para, lá na frente, comprar algum bem que seja mais valioso pra ele. Se for possível, estabeleça uma mesada.

Até os 11 anos, a quantia deve ser dada por semana, após essa idade, passe para mesada mensal. Na família do universitário Leon F., 21 anos, isso deu certo. Ele começou a ganhar mesada aos 8 anos e recebeu dos pais a seguinte instrução: gaste como quiser, mas lembre que é importante guardar. “Desde cedo criei a consciência de que deveria poupar para conseguir as coisas”, diz ele hoje. Se pedia algo para os pais, era questionado: “Por que você não compra com a sua mesada?”.

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