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Argentinas farão greve em protesto ao feminicídio e violência contra a mulher

Protesto acontece nesta quarta (19) na Argentina e em outros países da América Latina

Por Ligia Helena Atualizado em 21 jan 2020, 03h34 - Publicado em 19 out 2016, 05h52

Diversas organizações populares na Argentina convocaram uma greve de mulheres nesta quarta (19) em protesto pela morte da jovem Lucía Pérez, que foi drogada, estuprada e morta por empalamento no começo de outubro na cidade de Mar del Plata.

O movimento #NiUnaMenos, ou “nenhuma a menos”, em tradução livre, convoca as mulheres a vestirem roupas pretas,  pararem de trabalhar das 13h às 14h e depois compareçam em uma manifestação marcada para às 17h no Obelisco da Avenida 9 de Julio, em Buenos Aires, capital do país. Mulheres de outros países da América Latina, como Chile, Nicarágua e Uruguai também estão organizando protestos. 

 

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As investigações da polícia indicam que Lucía Pérez foi vítima de uma gangue de traficantes. Depois de terem drogado, estuprado e matado Lucía, os agressores deram banho, vestiram a jovem e a levaram até um hospital, onde afirmaram que ela teria sofrido uma overdose.

Em 2015, após uma série de manifestações e protestos à violência contra a mulher, o governo argentino criou um registro nacional de feminicídios. De acordo com um relatório feito pelo órgão, apenas no ano passado 235 mulheres foram vítimas de feminicídio na Argentina.

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