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Ajude seu filho a evitar a recuperação

Ainda dá para evitar a recuperação! Mas é preciso que pais e filhos entrem em ação imediatamente. Assim, dá para conquistar um boletim só com notas azuis no fim do ano!

Por Redação M de Mulher
Atualizado em 16 jan 2020, 09h55 - Publicado em 30 set 2012, 21h00

Ajudar a estudar não é fazer a lição de casa para seus filhos
Foto: Getty Images

Se o boletim do seu filho está bem vermelho, não adianta lamentar o tempo perdido. O negócio é agir! “Agora é a fase do sinal de alerta. Mas ainda dá tempo de passar de ano”, afirma o orientador educacional, Maurício Sampaio. “Lógico que existem alguns casos graves. Mas, se o aluno estudar mesmo e tiver apoio dos pais, ele conseguirá evitar a recuperação”, diz Sampaio.

Os pais são os principais educadores

Estudar com seu filho é a chance de reforçar a ligação entre vocês e de mostrar a ele que sempre haverá barreiras a serem superadas na vida. “Os pais não sabem tudo, assim como os professores não sabem. O papel deles é pesquisar junto, aprender junto.” Mas, atenção: não faça a lição para o seu filho. A ideia é colaborar. “Alguns pais dizem ‘Eu não tenho nada a ver com educação, sou de outra área’. Vendedor, padeiro, todo mundo é educador. E os pais são os principais educadores”, conclui Sampaio.

3 passos fáceis para começar já!

1. Vá à escola

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“Alguns pais acham que vão causar vergonha para o filho”, esclarece Sampaio. “Mas ele vai ver que você apenas está em cima, que tem interesse nele. No futuro, ele vai te agradecer por isso.” É importante conversar com o professor para saber como atacar o problema. Ele pode apontar os pontos fracos do seu filho e dar dicas de como estudar a matéria em casa.

2. Use a calculadora

“Os pais têm de saber quanto o filho precisa tirar para passar de ano. Essa é a meta a ser atingida”, ensina o orientador educacional. Ficou complicado? Peça ajuda ao professor de seu filho para saber a nota necessária nesse ano.

3. Veja se há avaliação extra

Descubra se há recuperação paralela e contínua da qual seu filho possa participar. “Algumas escolas dão aulas adicionais, outras dão trabalhos extras para o aluno fazer em casa e voltar para fazer uma nova prova”, orienta Sampaio.

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O certo e o errado ao ajudar

Aprovado

Manter um ambiente calmo para o estudo:

Isso vale o ano inteiro. Seu filho deve estudar sem barulhos que possam distraí-lo (como televisão, celular ou rádio). Se tiver outros filhos, peça para serem gentis e brincarem longe dali.

Traçar um programa para estudar:

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Não tem jeito, o aluno que está com notas baixas deve estudar até nos fins de semana. “Tem de ser no mínimo duas horas por dia, e a cada meia hora trocar a matéria, sempre dando um descanso de 10 minutos entre elas”, ensina Sampaio.

Elogiar seu filho pelas matérias que ele sabe:

“Não é passar a mão na cabeça, mas falar: `Cara, você tem condição, se você se esforçar, vai conseguir¿”, diz o orientador. É importante que ele perceba que, do mesmo modo que vai bem em uma matéria, pode aprender outras.

Usar a imaginação:

Fórmulas matemáticas e palavras complicadas podem ganhar músicas ou histórias. Invente com seu filho. Além de memorizar o conteúdo, ele vai guardar a lembrança da brincadeira.

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Buscar conteúdo na internet:

O computador pode ser um aliado. “A internet é um mar de informações: os pais podem pegar aulas, tirar dúvidas e ver vídeos”, diz Sampaio. De acordo com ele, por exemplo, no YouTube há vídeos de aulas.

Reprovado

Fazer seu filho estudar por muitas horas seguidas:

Isso só vai deixá-lo esgotado. O mais indicado é também alternar as disciplinas. “Quando você muda de matéria, o cérebro muda de padrão. Ele cria uma nova atenção”, ensina o orientador.

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Prometer um presente se ele passar de ano:

Ele tem de valorizar os estudos porque vão fazê-lo ter um futuro melhor, e não porque ele vai ganhar algo material em troca.

Brigar ou deixar de castigo:

“Isso não adianta. Os pais podem limitar algumas coisas. Se o aluno passa horas em frente ao computador, diminua o tempo”, sugere Sampaio. O momento é de incentivar. Você deve acreditar que seu filho consegue passar de ano para que ele acredite também!

Comparar os filhos:

Cada um tem dificuldade numa área e compreende o conteúdo de uma maneira. “Os pais precisam entender que cada filho aprende de uma forma”, explica Sampaio. Para uns, por exemplo, funciona ler em voz alta. Já outros precisam de uma boa história para memorizar toda a matéria.

Falar mal da escola:

Culpar o colégio não resolve e faz seu filho ter uma boa desculpa para não mudar a situação. Se você não gosta do colégio, resolva isso em outra ocasião, não nesse momento delicado do ano.

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