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5 fatos sobre crianças que não gostam de dividir suas coisas

E como o esporte pode ajudar a mudar esse comportamento

Por Estúdio ABC
Atualizado em 11 abr 2024, 18h05 - Publicado em 29 out 2015, 16h36

É meu, é meu! Se esse tipo de reação tem sido frequente na sua casa, saiba que ela é mais comum do que você imagina. Confira a palavra de duas especialistas sobre o assunto:

1 – É normal

Na primeira infância, até mais ou menos os 6 anos de idade, a atitude é mais do que esperada. Segundo a psicóloga Daniella Freixo de Faria, autora do livro Conversa com criança, os pequenos são egocêntricos e pensam que o mundo gira ao seu redor. “Eles não reconhecem o eu e o outro como coisas distintas”, explica. Natural, portanto, que não saibam – e não queiram – dividir seus pertences.

2 – Conte até 20

Nessa faixa etária, é papel dos educadores, sejam eles pais, cuidadores ou professores, interferir na disputa e ensinar a criança a negociar, emprestar e aguardar pela devolução. “Não se pode esperar que ela aprenda essas noções por conta própria. Sem ajuda, as crianças acabam se agredindo fisicamente”, diz Daniela. Como os menores não têm muita noção do tempo, ela sugere estipular um prazo de simples compreensão. Pode ser “vamos deixar o amigo brincar com seu brinquedo até você contar até vinte”. Dessa forma, eles se acalmam e percebem que sua vez vai chegar.  

3 – Persistência é chave

Desde muito cedo, a iniciação esportiva pode dar uma senhora ajuda no desenvolvimento da criança nesse sentido. Mas não espere que seu filho demonstre ter espírito de equipe desde cedo. “Em geral, a criança pequena tenta até mudar as regras da brincadeira a seu favor. E, quando não consegue, quer desistir da brincadeira. O desafio é fazê-la persistir, mostrando que compreende seu desconforto”, diz Daniela.

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4 – Aposte em atividades lúdicas

Na fase pré-escolar, quando as atitudes egoístas são mais acentuadas, atividades esportivas lúdicas são muito mais eficientes do que as competitivas, afirma Maria Beatriz Monteiro, médica do esporte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Os jogos coletivos são os mais indicados. Eles envolvem o ganhar e perder e permitem que a criança desenvolva a noção de cooperação, mas sem tanta competição como acontece no esporte.”

5 – Viver em comunidade

A entrada no Ensino Fundamental marca o início de uma nova fase no desenvolvimento infantil. Nessa idade, em torno dos 7 anos, a criança já deve ter maturidade para reconhecer a importância do outro – e saber dividir. É hora, avalia Maria Beatriz, de estimular que ela se envolva cada vez mais com a prática esportiva. “Como o ganho cognitivo da faixa etária é maior, ela já tem plena capacidade para compreender as regras do viver coletivo.”

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