26 momentos das Olimpíadas que vão deixar muita saudade

Já pode ter Jogos todo ano? Pode ser sempre no Brasil?

É aquela história de sempre: o que dizer desta Olimpíada que nem acabou, mas já estamos com saudades pacas? Há quem diga que o melhor do Brasil é o brasileiro mesmo – e por isso tivemos momentos tão marcantes nesta temporada.

1. A rota da tocha olímpica

Reprodução/ Twitter Reprodução/ Twitter

Reprodução/ Twitter (/)

Toda a empolgação com essa tal coisa de ~Olimpíadas~ começou lá trás, quando a gente estava acompanhando a rota da Tocha Olimpíca pelo país. Teve Sandra Annenberg quebrando a internet, Maria da Penha e Juliana de Faria, além da incrível dona Irene, que acendeu sua “própria tocha” em uma vassoura. Ah, os brasileiros.

2. A abertura

Chris McGrath/Staff/Getty Images Chris McGrath/Staff/Getty Images

Chris McGrath/Staff/Getty Images (/)

Na melhor linguagem paulistana de ser: “o bagulho foi louco”. Foi lacre atrás de lacre, com cenografia, coreografia, fogos de artifício, comentários, memes e muito choro de tão bonito. Não sabemos, ainda, o que dizer – apenas sentir.

3. A delegação de Tonga

Se você achou bonito ou não, queria levar para casa ou não, o fato é que atleta Pita Taufatofua roubou a cena na entrada da delegação do arquipélago polinésio. Demorou um tempo para a gente voltar ao assunto de “abertura” depois disso.

4. Léa T. na abertura da delegação do Brasil

Essa é uma das vitórias mais importantes para o país – que é o que mais mata transgêneros e travestis no mundo. A modelo Léa T. representa a grande diversidade do ser brasileira(o), do que significa ter uma pessoa trans carregando o nome do Brasil ali e o quanto isso pode impactar na vida das pessoas.

5. Gisele, Karol Conká, MC Soffia, Ludmila e Anitta

Difícil dizer o que mais mexeu com as nossas estruturas: se foi Gisele relembrando o mundo o porquê de ser a número um, se era Karol Conká e MC Soffia representando as mulheres negras ou Ludmilla e Anitta mostrando a nova cara da música brasileira. #socorro

6. A equipe dos atletas olímpicos refugiados

Ker Robertson/Staff/Getty Images Ker Robertson/Staff/Getty Images

Ker Robertson/Staff/Getty Images (/)

A história da nadadora de 18 anos Yusra Mardini chocou o mundo todo. Além dela, outros atletas integram o time de refugiados – ou melhor, olímpicos – desta edição, o primeiro a existir. E a vitória deles nem precisa de medalha para acontecer, de tanto que já conquistaram para chegar até aqui.

7. A nossa primeira medalha de ouro da edição foi de uma mulher

Rafaela Silva, a mulher negra, pobre e da Cidade de Deus, foi quem trouxe o país às lágrimas quando conquistou o ouro no Judô.

8. A primeira medalha olímpica da história de Kosovo….

O país se tornou independente da Sérvia apenas em 2008 e já conquistou lugar na competição mundial como uma nação.

9. … e também a primeira da Índia nesta edição.

Lars Baron/Equipa/Getty Images Lars Baron/Equipa/Getty Images

Lars Baron/Equipa/Getty Images (/)

Sakshi Malik lutou, literalmente, contra todos os preconceitos por ser mulher em um esporte considerado “nada atraente para os pretendentes” no país.

10. Simone Biles

A primeira de seu nome, rainha da Ginástica Artística, a impecável, mãe de todos os saltos triplos, Simone Biles é a nova sensação dos esportes olímpicos.

11. Os pedidos de casamento

Alexander Hassenstein/Staff/Getty Images Alexander Hassenstein/Staff/Getty Images

Alexander Hassenstein/Staff/Getty Images (/)

Não foi só a jogadora de rúgbi Izzy Cerullo que foi surpreendida com um pedido desse não: o ar olímpico do Rio parece ter inspirado outros atletas a dobrar o joelho com um anel. O amor foi mesmo o grande ganhador dessa edição!

12. As mulheres que dominaram esta edição

Michael Steele /Clive Rose/Harry How / Getty Images Michael Steele /Clive Rose/Harry How / Getty Images

Michael Steele /Clive Rose/Harry How / Getty Images (/)

Fosse no desempenho impecável de diversas atletas de diferentes países ou na estreia delas em uma Olimpíada, as mulheres provaram que lugar de mulher é onde ela quiser, sim. E, se possível, com muitas medalhas no peito.

13. A sororidade

Patrick Smith/Equipa/Getty Images Patrick Smith/Equipa/Getty Images

Patrick Smith/Equipa/Getty Images (/)

O famoso espírito olímpico também deu as caras e de uma forma bem linda entre as mulheres: as competidoras Nikki Hamblin e Abbey D’Agostino se ajudaram na hora de terminar a prova dos cinco mil metros no atletismo. Independente da posição que elas terminariam, o negócio era chegar lá!

14. As atletas que provam que idade não impede ninguém de participar das Olimpíadas

Getty Images Getty Images

Getty Images (/)

A ginasta Oksana Chusovitina, de 41 anos, e a amazona Julie Brougham, de 62 anos, não deixaram ninguém dizer que esporte tem limite de idade. 

15. Flavinha Saraiva ❤

Matthew Stockman/Equipa Matthew Stockman/Equipa

Matthew Stockman/Equipa (/)

Essa atleta de 1,33m de altura e 16 anos muito bem vividos ganhou o pódio nos nossos corações!

16. A torcida brasileira.

Teve quem gostasse, quem odiasse, quem não se importou e quem participou junto. Torcer como a gente torce, não é para qualquer um!

17. Bem como a torcida dos familiares dos atletas.

Reprodução/Twitter Reprodução/Twitter

Reprodução/Twitter (/)

Se você sofre na arquibancada, imagine as mães, pais, irmãs e avós que ficam ali? É emoção demais para uma pessoa só!

18. O destaque da seleção feminina de futebol

Independente de ganhar medalha, as jogadoras conseguiram um fato histórico: receber a mais que merecida atenção no esporte. A esperança é de que isso se torne um legado para elas, resultando em mais espaço na mídia, patrocínio e reconhecimento.

19. Os belíssimos uniformes assinados por grandes estilistas

Divulgação Divulgação

Divulgação (/)

Não dá nem para comparar com os outros anos, vai… Até Christian Louboutin se envolveu na jogada!

20. Essa ajudinha firmeza da colega:

O que somos sem as nossas amigas? heart

21. Esta foto entre as atletas da Coreia do Sul e do Norte

Um momento único, registrado em solo brasileiro!

22. Baby Boomer

Reprodução/ Instagram Reprodução/ Instagram

Reprodução/ Instagram (/)

Sim, é muito legal ver Michael Phelps ganhando outras muitas medalhas, mas o mundo todo só queria saber do pequeno Boomer. Será que ele também vai seguir os passos do papai?

23. A forma curiosa de protestar

Proibido ou não, o pessoal deu lá seu jeitinho ~brasileiro~ de mandar o recado.

24. Nosso amor por café

O jornalista canadense Scott Stinson fez um post no Twitter reclamando do café brasileiro e, como era de se esperar, a polícia tuiteira do país não deixou passar. O lado bom é que ele teve uma reação muito simpática ao nosso amor por café – e nem vamos falar sobre biscoito Globo!

25. Bolt sendo Bolt

Foi um raio, uma luz, um avião, um mito.

26. O pódio da Ginástica Olímpica

Reprodução/DailyMail Reprodução/DailyMail

Reprodução/DailyMail (/)

O coração quase saiu pela boca quando Arthur Nory e Diego Hypólito subiram no pódio pelo belíssimo desempenho na Ginástica Artística.

E o que não vai deixar saudade nenhuma

O close erradíssimo do nadador norte-americano Ryan Lochte.

Não tem nem o que falar, né?

O sexismo na cobertura dos esportes.

Reprodução/Facebook/@Balãozinho Feminista Reprodução/Facebook/@Balãozinho Feminista

Reprodução/Facebook/@Balãozinho Feminista (/)

Porque somos melhores do que as “musas” e “belezas” dos esportes.

O francês que não sabe perder

Achar as vaias da torcida brasileira um tanto quanto desproporcionais tudo bem, mas dizer que isso se equipara aos nazistas vaiando o norte-americano negro Jesse Owens, nas Olimpíadas de 1936 em Berlim, é muito além. Se Renaud Lavillenie perdeu no salto com vara para o brasileiro Thiago Braz, a gente é que não teve nada a ver com isso!