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Síndrome de burnout é reconhecida como doença pela OMS

O esgotamento mental no trabalho agora faz parte da Classificação Internacional de Doenças, cuja nova revisão entrará em vigor no ano de 2022.

Por Nathalia Giannetti Atualizado em 15 jan 2020, 17h06 - Publicado em 28 Maio 2019, 10h39

Também conhecida como esgotamento profissional, a síndrome de burnout agora está oficialmente inclusa na Classificação Internacional de Doenças (CID), que está em sua décima primeira revisão. A decisão foi tomada pela assembleia da Organização Mundial da Saúde, reunida em Genebra desde o o dia 20 deste mês. 

Todos os Estados Membros da organização aprovaram a CDI-11, que entrará em vigor a partir de janeiro de 2022.

O que é a síndrome de burnout?

Segundo à nova classificação, a síndrome de burnout pode ser definida como:

“Resultado de estresse crônico no local do trabalho que não recebeu tratamento adequado. A síndrome é caracterizada por três circunstâncias:  1) sentimentos de exaustação e esgotamento de energia; 2) aumento do distanciamento mental ou de sentimentos negativos e cinismo relacionados às tarefas a serem realizadas; and 3) eficiência profissional reduzida.”

O documento ainda alerta que doença se refere exclusivamente ao ambiente de trabalho e, portanto, não devem ser aplicada para descrever experiências em outras áreas da vida.

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