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Diagnóstico precoce é o segredo para a qualidade de vida na terceira idade

A Dasa lançou, recentemente, exames inovadores para auxiliar no cuidado de pessoas idosas, incluindo testes que identificam o Alzheimer

Por Abril Branded Content
Atualizado em 22 abr 2024, 19h39 - Publicado em 30 set 2022, 19h02

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o envelhecimento populacional será uma das transformações sociais mais significativas do século 21, com implicações transversais em todos os setores da sociedade. Em 2030, no fim da chamada Década do Envelhecimento Saudável – um plano de colaboração para melhorar a qualidade de vida de pessoas idosas, iniciado em 2020 e declarado pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) –, o número de pessoas com 60 anos ou mais será de 1,4 bilhão no mundo. Em 2050, esse número terá mais do que dobrado, alcançando a marca de 2,1 bilhões.1 No Brasil, estima-se que, em 2060, um terço da população será composta por pessoas idosas.2

Nas próximas décadas, muitos países enfrentarão pressões fiscais e políticas na esfera dos sistemas públicos de saúde, previdência e proteção social para a população de faixa etária mais avançada. Para que essas pessoas tenham qualidade de vida, é preciso que haja um novo olhar para o processo de envelhecimento, de maneira que o aumento da longevidade não seja acompanhado por um crescimento de condições de saúde crônicas e mais complexas.3

Cuidados ao longo da vida

Envelhecer faz parte do processo natural da vida, mas envelhecer de maneira saudável faz parte da manutenção de hábitos adquiridos desde a juventude. É o que diz a dra. Cristina Khawali, gerente médica de análises clínicas do Delboni Medicina Diagnóstica, que faz parte da Dasa, maior rede de saúde integrada do Brasil. “A amplificação dos anos de vida é resultado do avanço da medicina no combate a doenças que antes levavam à morte precoce. Com o aumento da longevidade, atualmente, há ainda outras divisões etárias da velhice, os muito idosos, acima de 85 anos, e os centenários, que ultrapassam os 100 anos”, aponta.

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Cristina Khawali, gerente médica de análises clínicas do Delboni Medicina Diagnóstica -
Cristina Khawali, gerente médica de análises clínicas do Delboni Medicina Diagnóstica – (Dasa/Divulgação)

A especialista reforça que, nesse novo cenário, o olhar para a saúde das pessoas idosas deve ser construído com foco em uma jornada integrada composta por cinco pilares: prever, prevenir, diagnosticar, tratar e reabilitar. Em se tratando de prevenções, a dra. Rosita Fontes, endocrinologista do Laboratório Lâmina, no Rio de Janeiro, que também faz parte da Dasa, destaca os cuidados para evitar as quedas.

Rosita Fontes, endocrinologista do Laboratório Lâmina -
Rosita Fontes, endocrinologista do Laboratório Lâmina – (Dasa/Divulgação)

“Quando as pessoas diminuem a atividade física ou se tornam completamente sedentárias, isso influi na ocorrência de sarcopenia, que é a perda progressiva de massa muscular. Para os idosos, essa postura é ainda mais prejudicial. Há também o risco para aqueles que usam muitos medicamentos e, por isso, estão mais sujeitos a tonturas e quedas”, destaca.

O dr. Raffael Fraga, médico coordenador de check-up do Alta Diagnósticos, também pertencente à Dasa, acrescenta que a pandemia colaborou para que os idosos perdessem parte de sua mobilidade, tornando essa questão ainda mais desafiadora. “Os idosos ficaram mais tempo em casa, com menos mobilidade, acarretando mais perda muscular. Essa condição pode causar, inclusive, acidentes domésticos que podem ser bastante perigosos e levar a outros problemas de saúde. Por isso, a perda de mobilidade deve ser vista com atenção, observada pelos familiares e cuidadores e levada aos profissionais médicos”, diz.

Algumas mudanças no estilo de vida, como controlar doenças crônicas, manter hábitos saudáveis e usar apenas medicamentos prescritos pelo médico, podem auxiliar nessas questões, avalia a dra. Rosita. Ela explica que existem doenças, como pressão alta, diabetes, problemas nas articulações e nos ossos, além de condições neurológicas, que podem predispor à diminuição da força dos músculos. “É fundamental lembrar que idosos precisam de constante supervisão e orientação.”

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Acompanhamento médico e exames

Antes da realização de qualquer exame laboratorial, como ressalta a dra. Cristina, é importante que seja realizada uma consulta médica completa, iniciada por uma conversa com o médico – a especialidade que cuida de idosos é a geriatria, mas um clínico geral pode ser consultado também –, para obter informações importantes. “O exame clínico também é imperativo em busca de sinais que podem apontar para alguns diagnósticos, como os níveis de pressão arterial e o ritmo dos batimentos cardíacos”, informa a especialista.

Além desses, os médicos têm à disposição os exames de análises clínicas e de imagem para o cuidado rotineiro. Entre os principais estão os de sangue, como o hemograma, que pode avaliar se existe anemia; de glicose e hemoglobina glicada, que podem diagnosticar diabetes; e de creatinina, que permite calcular a estimativa da filtração glomerular e a função renal. “Existem também outros testes para avaliação dos órgãos e sistemas do organismo. A densitometria óssea avalia se há osteoporose, e a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, por sua vez, podem ser indicadas em casos específicos no auxílio diagnóstico”, diz. Na avaliação cardiológica, é importante considerar desde um eletrocardiograma até os exames extremamente sofisticados.

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Tecnologia auxilia médicos e pacientes

Para os pacientes com suspeita de doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson, há exames específicos, inclusive genéticos, que podem auxiliar o médico na orientação ao paciente. A Dasa lançou, recentemente, dois exames para auxiliar no diagnóstico em casos de demência leve: um deles é feito pela coleta de sangue e utiliza a espectrometria de massas para identificar dois tipos da proteína beta-amiloide (a 40 e a 42), que é considerada o principal biomarcador da doença; o outro é um PET-CT com florbetabeno-18F, que mede a carga de placa amiloide no cérebro por meio da leitura do radiofármaco que se liga à proteína beta-amiloide, presente no encéfalo de pacientes com a enfermidade. Para ambos, a prescrição médica é essencial.

Outro exemplo de tecnologia a favor da saúde são os aplicativos que auxiliam no controle e monitoramento de exames, no agendamento e realização de consultas por telemedicina, na adesão a dicas de qualidade de vida e até no acesso fácil ao histórico de exames e resultados – como o Nav, plataforma digital da Dasa que facilita a gestão da saúde tanto para o paciente como para o médico, integralizando os cuidados com a saúde e reunindo em um só lugar informação confiável e atendimento personalizado em um ambiente virtual.

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Atendimento em casa

Como o envelhecimento pode também ser acompanhado da perda de mobilidade, para facilitar a vida das pessoas idosas e de seus familiares e cuidadores, a Dasa oferece, por meio de suas marcas de diagnóstico, o serviço de atendimento domiciliar Saúde até Você, que leva a segurança do laboratório ao conforto de casa.

O serviço pode ser solicitado por meio do site, telefone ou WhatsApp da marca de diagnósticos de preferência do paciente e inclui análises clínicas, vacinas e exames como MAPA – que permite o registro da pressão arterial durante 24 horas, enquanto o paciente realiza suas atividades habituais – e Holter, que consiste em um eletrocardiograma contínuo e portátil por 24 horas para identificar distúrbios do ritmo cardíaco no dia a dia do paciente, além de coletas de sangue, urina, fezes e exames genéticos.

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De acordo com a dra. Cristina, a periodicidade dos exames depende do estado clínico do idoso, das medicações de que faz uso e das doenças já identificadas.

Referências:

  1. Organização Pan-Americana da Saúde. Decade of Healthy Aging. Disponível em: https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/52902/OPASWBRAFPL20120_por.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 17 set 2022.
  2. Ministério da Cidadania. Secretaria Especial do Desenvolvimento Social. Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa. Disponível em: https://mds.gov.br/assuntos/brasil-amigo-da-pessoa-idosa/estrategia-1. Acesso em: 17 set 2022.
  3. Fiocruz. Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. Um país mais velho: o país está preparado? Disponível em: https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/reportagem/um-pais-mais-velho-o-brasil-esta-preparado. Acesso em: 17 set 2022.
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