Amor próprio, planejamento duplo

Cada vez mais, o cuidado com a saúde requer organização financeira

Segundo tipo mais comum entre as mulheres, o câncer de mama responde por cerca de 28% de novos casos a cada ano, atrás apenas do câncer de pele, com aproximadamente 30%. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o diagnóstico é relativamente raro antes dos 35 anos. Mas a incidência cresce progressivamente acima dessa idade. Em 2017, foram 57 960 novos casos de câncer de mama no Brasil. A falta de prevenção faz com que muitas mulheres sejam pegas desprevenidas.

Aos 38 anos, a analista operacional Adriana Silva descobriu a doença por meio de um autoexame. “A notícia foi como uma sentença de morte”, conta. No período de um mês, entre exames, visitas ginecológicas e diagnóstico, ela estava na sala de cirurgia fazendo a mastectomia, processo de remoção completa da mama.

Mesmo sabendo que suas chances de cura eram de apenas 10%, Adriana fez uma escolha: “Quando a ficha caiu, decidi lutar pela minha vida”, ressalta. Acometida pela doença, ela se sentiu acolhida pelo apoio de sua família, mas sem cobertura financeira. Apesar de o plano de saúde cobrir a mastectomia, as oito sessões de quimioterapia e as 30 de radioterapia, Adriana precisou de ajuda com outros custos, como a reconstrução da mama, remédios para combater enjoos e dores no estômago, para além da perda financeira relacionada com o tempo que ficou sem poder trabalhar. Custos que o plano de saúde não cobre.

“Eu me vi tendo que abrir mão de coisas importantes, como um imóvel. Se eu tivesse uma reserva financeira ou um seguro que cobrisse câncer de mama, não teria passado por esse problema”, explica.

Apesar disso, a doença permitiu que ela entendesse melhor o sentido de viver. “Você sente que precisa dar mais valor aos momentos bons e se importar menos com coisas pequenas, porque é você quem vai perder ou não a sua vida. É aprender a se importar com você, muito mais”, relata.

Assim como Adriana, a professora de educação física Flávia Sant’Anna também foi pega de surpresa pela doença. Ela descobriu um câncer de mama aos 35 anos e recorreu ao plano de saúde e a uma poupança que tinha em conjunto com o marido para conseguir fazer o tratamento.

Sua saída foi realizar o esvaziamento e a reconstituição da mama com silicone, procedimentos particulares viabilizados com o dinheiro que havia guardado, pois o plano de saúde cobria apenas as consultas e sessões de quimioterapia. Flávia contou com o apoio de sua família para custear as necessidades desse momento delicado, em que, além de ter que se preocupar com a sua saúde, teve também de atentar para a questão financeira. Com um seguro que a ajudasse a enfrentar todos os outros problemas decorrentes de um diagnóstico tão grave como câncer de mama, teria a tranquilidade financeira para enfrentar o tratamento.

Existem seguradoras que oferecem produtos específicos que ajudam em momentos como esses. A Mongeral Aegon, por exemplo, oferece o seguro Doenças Graves, uma solução para ajudar a enfrentar diagnósticos graves e imprevistos, como variados tipos de câncer feminino. O diferencial é o recebimento do valor logo após o diagnóstico da doença, para que a pessoa tenha liberdade de decidir a melhor forma de usar o dinheiro, seja para o tratamento ou para completar as coberturas do plano de saúde. No mercado há quase 200 anos e com uma base de mais de 2,3 milhões de clientes, a empresa pagou, só em 2017, mais de 5,2 milhões de reais aos seus clientes em indenizações por doenças graves.

Assista, a seguir, o depoimento de Adriana:

 (Mongeral Aegon/Divulgação)