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5 dicas para pesquisar sobre sintomas na internet sem entrar em pânico

"Ai, meu Deus, será que eu vou morrer?". Calma, nem tudo é o que parece.

Por Priscila Doneda
Atualizado em 11 abr 2024, 20h10 - Publicado em 23 jun 2015, 09h42

Segundo o próprio Google, pelo menos uma em cada 20 pesquisas no buscador está relacionada a questões de saúde. E não é exagero dizer que grande parte dos internautas já caiu na armadilha de procurar sobre alguns sintomas na rede e acabou tendo experiências pra lá de traumáticas (como achar que aquela dor de cabeça chata, por exemplo, é sinal de um tumor cerebral ou algo do tipo). 

Não, as pesquisas não estão proibidas. Inclusive, a busca por informações sobre sintomas e tratamentos na internet já é tão comum que recebeu até nome: cibercondria. No entanto, essas procuras devem ser feitas de maneira segura e prudente, exigindo do paciente uma visão crítica sobre as informações disponibilizadas na web. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o clínico geral Craig Seymour deu algumas dicas valiosas para vocês saber como fugir desses equívocos e sustos. Confira!

1. Não recorra ao Google

De acordo com Seymour, para este tipo de busca, sites oficiais são os mais recomendados (confira os principais aqui!). Entre eles, os de associações médicas ou de profissionais reconhecidos na área. Pesquisas acadêmicas também são bem vindas, embora sejam mais difíceis de serem compreendidas.

2. Tente ser específico

“Termos vagos irão fornecer respostas fracas”, explicou. Segundo ele, praticamente qualquer sintoma pode ser reconhecido como um sinal de câncer ou de alguma outra terrível doença. Por isso, quanto mais palavras usar na busca, melhor será o resultado da pesquisa.

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3. Tente não se preocupar

Mesmo que você tenha sintomas assustadores, mantenha a calma. O mais apropriado é sempre ir atrás de orientação médica. Não se esqueça: nem sempre a internet vai responder efetivamente às suas perguntas, por mais bem feitas que elas tenham sido feitas.

4. Esteja ciente de que você pode estar errado

Não adianta chegar ao consultório fazendo uma tese e tendo certeza de que você tem a doença A ou B. Embora a web possa te ajudar a levantar hipóteses sobre o seu diagnóstico, a única pessoa realmente capacitada a identificar o que você tem é um médico. “Seus sintomas podem ter outras causas e outros tratamentos podem ser mais apropriados”, ressaltou o Dr. Craig.

5. Não gaste dinheiro

Seja para comprar testes ou remédios, não confie nas soluções milagrosas e imediatas que alguns sites oferecem para curar seus problemas de saúde. Em hipótese alguma, comece um tratamento sem antes consultar um especialista. “As coisas realmente podem piorar com um tratamento inadequado”, pontuou.

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