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Michelle Obama invade show de Beyoncé em campanha pela educação para meninas

"Let Girls Learn" é o nome do programa que visa diminuir as desigualdade de gêneros na escola

Por Stephanie Bevilaqua (colaboradora) Atualizado em 22 out 2016, 20h32 - Publicado em 28 set 2015, 10h56

Durante um show recheado de estrelas no Central Park, em Nova York, Michelle Obama subiu ao palco para apoiar o projeto #62MillionGirls (em português, 62 milhões de garotas). Ao lado dela, estava ninguém menos que Beyoncé, que recebeu elogios da primeira-dama dos Estados Unidos. “Estou muito feliz por estar aqui esta noite, e honrada por seguir uma mulher que admiro e adoro”, disse Michelle. O show também contou com a presença de Ed Sheeran, o vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, Coldplay e a vencedora do Nobel da Paz, Malala Yousafzai.

“Neste momento, mais de 62 milhões de garotas no mundo inteiro estão fora da escola”, ela continuou explicando mais sobre a sua campanha que foca em levar condições econômicas e sociais para meninas que estão fora da escola. Seu discurso finalizou uma sessão de músicas da Beyoncé que falam sobre o empoderamento da mulher. A artista já é reconhecida por levantar a bandeira feminista e por diversar lutas e discursos pela igualdade de gêneros.

 

 

Sobre o programa

De acordo com anúncio feito pela Casa Branca, 62 milhões de meninas ao redor do mundo não estão na escola por viverem em condições onde estão propensas à dependência financeira, ao casamento precoce (e forçado) e a outras formas de violência.

O programa quer alcançar educação de qualidade, aumento feminino no mercado de trabalho e maior qualidade de vida da mulher e de seus respectivos países. Um estudo do Banco Mundial concluiu que a cada ano do ensino médio está diretamente ligado ao aumento de 18% no futuro poder aquisitivo de uma mulher.

O Let Girls Learn, que em português pode ser traduzido como “Deixe as Meninas Aprenderem”, vai elevar os programas já existentes engajados com a causa e alavancar parceiros de setores público e privado, além de olhar para novas parcerias e encorajar outros governos a destinarem mais recursos para crianças e adolescentes no mundo todo.

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