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Menina sequestrada pelo Boko Haram é encontrada dois anos depois na Nigéria

Amina Ali Darsha Nkeki, de 17 anos, estava com uma criança

Por Redação CLAUDIA Atualizado em 28 out 2016, 17h42 - Publicado em 19 Maio 2016, 11h16

Há dois anos, 276 estudantes de uma escola da cidade de Chibok foram sequestradas por militantes do grupo extremista Boko Haram. Pouco depois, 53 meninas conseguiram ser resgatadas. Outras quatro fugiram do cativeiro em maio de 2014. Mas cerca de 200 delas continuam desaparecidas.

Nesta terça-feria, a jovem Amina Ali Darsha Nkeki, de 17 anos, uma das adolescentes sequestradas pelo grupo jihadista, foi encontrada na Nigéria junto com sua filha, de 4 meses, e de um suposto membro do Boko Haram, identificado como Mohammed Hayatu, que garantiu ser seu marido. 

De acordo com informações do portal de notícias CNN, a menina foi identificada por moradores da região da floresta de Sambisa, que fica nas proximidades da fronteira com a República de Camarões, e levada até a mãe. O governo nigeriano, entretanto, diz que ela foi resgatada pelas forças de segurança do país.

Amina já encontrou com ativistas do grupo #BringBackOurGirls e informou que a maioria das estudantes ainda estão em cativeiro em uma floresta no nordeste da Nigéria. 

Quem são os sequestradores?

Fundado em 2002, o grupo Boko Haram carrega no nome o significado de suas crenças, “Educação do ocidente é um pecado”, e vêem nesse estilo de vida uma ameaça a ordem que acreditam ser natural. Ou seja, meninas e escolas não combinam e eles, homens, são os responsáveis por decidir a punição de quem desrespeitar isso.

#BringBackOurGirls

Em 2014, o grupo teve como alvo uma escola de meninas. Eles raptaram mais de 200 estudantes entre 15 e 18 anos e desapareceram com elas. Personalidades como Michelle Obama e a ativista Malala Yousafzai publicaram mensagens de apoio às meninas com a hashtag #bringbackourgirls, causando grande repercussão nas redes sociais.  Saiba mais!

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